• Nem todo idoso gosta de bingo. Parece óbvio, mas ainda é ignorado dentro de muitas ILPI. Quando o cuidado trata todos como iguais, ele não cuida de ninguém. Neste artigo, discutimos por que uma equipe multiprofissional qualificada não é diferencial, é condição básica para garantir que a vida continue tendo sentido.

  • Antes de entrar numa ILPI, familiares carregam medos que muitas vezes não sabem nem nomear. Medo de serem julgados, de não encontrar as palavras certas, de que o familiar não se adapte. Linda Sabbadin, assistente social italiana, mostra que essas dores atravessam oceanos. E que a melhor resposta começa sempre pelo acolhimento.

  • Um chamado urgente para resgatar o sentido do cuidado nas ILPI: quando o residente deixa de ser tarefa e volta a ser pessoa, o cuidado se transforma. O artigo revela como vulnerabilidade, biografia, fim de vida, gestão e saúde das equipes redefinem qualidade e apresenta um novo caminho coletivo para o setor no Brasil.

  • Após uma semana desafiadora, a Revista CUIDAR destaca a mobilização silenciosa de profissionais que defendem as ILPI e o cuidado ao idoso. Valoriza quem atua sem holofotes, reforça a importância do trabalho em rede e anuncia o Meeting Profissionais do Cuidado 2026, espaço de troca, apoio e construção coletiva para quem cuida e também precisa ser cuidado no país hoje.

  • Na Lapa, moradores pressionaram a prefeitura para retirar 40 ILPI do bairro. Um vizinho filmou o carro funerário de um homem de 94 anos e disse: "mais um defunto." Não houve denúncia de maus-tratos. Houve incômodo com a velhice. Esse episódio revela algo que precisamos encarar: o Brasil ainda não aprendeu a conviver com o envelhecimento. E isso tem um nome.

  • Neste artigo, Eliane Kreisler, em reflexão com Aline Salla, destaca que o propósito permanece presente na vida de pessoas idosas em ILPI mesmo diante da fragilidade ou demência. Pequenos gestos, vínculos afetivos e cuidados humanizados sustentam dignidade, pertencimento e sentido de vida, mostrando que envelhecer com cuidado também é continuar sendo visto, ouvido e valorizado.

  • Perder uma dentadura em uma ILPI nunca é apenas sobre um objeto desaparecido. O episódio revela emoções, estresse, conflitos e falhas de comunicação que impactam toda a equipe. Neste artigo, você vai aprender estratégias práticas de liderança adaptativa para reduzir reatividade, acolher familiares, fortalecer profissionais e transformar crises cotidianas em oportunidades reais de cuidado e aprendizado.

  • Na rotina silenciosa das ILPI, o risco não é apenas o envelhecimento —é parar. Em Goiás, a experiência da ABAS mostra como a fisioterapia vai além da reabilitação: preserva autonomia, previne quedas e devolve sentido ao movimento. Entre desafios estruturais e histórias reais, um cuidado essencial se revela — manter o corpo ativo é manter a identidade viva.

  • Em meio à finitude nas ILPI, o Serviço Social transforma cuidado em dignidade. Entre escuta, acolhimento e defesa da autonomia da pessoa idosa, o assistente social apoia residentes, famílias e equipes para que o fim da vida seja vivido com respeito, humanidade e presença — nunca em solidão.

  • São seis da manhã. Ceiça, 81 anos, pensa na mãe que partiu há quarenta anos. Em cada ILPI do Brasil, o Dia das Mães desperta memórias que doem e aquecem ao mesmo tempo. A neurociência explica. As histórias comprovam. E as cuidadoras — que chegam antes de todos — sustentam esse amor com as próprias mãos.

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