• O artigo analisa a importância do posicionamento digital ético das ILPI no Brasil, destacando oportunidades, desafios e riscos das redes sociais. Discute linguagem, estigmas, engajamento, papel das famílias e responsabilidade institucional, defendendo a comunicação digital como extensão do cuidado, da dignidade e da valorização da pessoa idosa.

  • O texto aborda os três tempos gregos dentro da ILPI: Chronos, marcado pela rotina institucional; Kairós, vivido nas experiências subjetivas, como visitas e vínculos de cuidado; e Aion, o tempo eterno das memórias e afetos que permanecem. Defende-se flexibilizar o Chronos, valorizar o Kairós e cultivar o Aion, investindo o tempo com sabedoria, presença e amor.

  • A inserção de pessoas idosas em ILPI exige sensibilidade para preservar vínculos familiares. Os assistentes sociais atuam mediando relações, acolhendo famílias e fortalecendo laços. A rotina institucional pode afetar visitas, mas espaços acolhedores e inclusão de crianças ajudam a romper estigmas. Com cuidado e diálogo, a ILPI torna-se um lugar de vida, afeto e recomeço.

  • O artigo aborda a importância do cuidado humanizado nas ILPI, destacando o método Humanitude e seus pilares: olhar, palavra, toque e verticalidade. Defende uma mudança na cultura organizacional, valorização dos cuidadores, envolvimento da família e práticas que priorizem a dignidade e o bem-estar da pessoa idosa, contrapondo a pressa e a padronização no cuidado.