• Deixar o lar para entrar na ILPI gera sentimentos de perda, solastalgia e desorientação. Na entrevista com antropólogo Alberto Salza, discutem-se perspectivas para acolher e cuidar de idosos nessa transição: compreender pontos de vista, criar espaços de descompressão, figura profissional intermediária e obra de “remendo” emocional. Propõe-se proempatia, em vez de empatia, para mediar medos e reconstruir vínculos afetivos duradouros.

  • Cuidar não é prender o pássaro na gaiola, mas garantir que ele voe com liberdade e dignidade. Este texto convida a repensar as instituições de longa permanência para idosos, revelando como rotinas inflexíveis desrespeitam vontades e restringem a liberdade. Propõe devolver decisões cotidianas aos residentes, fomentar interações externas e criar conselhos participativos para reintegrar a ILPI à comunidade.

  • O artigo aborda a gestão ética, técnica e humana em ILPI, destacando a importância da formação contínua dos gestores, da transparência com famílias e do cuidado qualificado às pessoas idosas. Com metáforas náuticas, defende que cada instituição é um navio cuja travessia só é segura com liderança capacitada, equipe valorizada e compromisso com a dignidade no envelhecer.

  • O Residencial Longévité compartilha os principais desafios da gestão de uma ILPI, desde o acolhimento inicial até a comunicação com famílias e a formação da equipe. Enfrentando estigmas e a falta de apoio público, a instituição aposta em um cuidado humanizado, transparente e comprometido com a autonomia e a qualidade de vida da pessoa idosa.

  • Entrada em ILPI é estresse profundo, marcando divisor de águas para idosos e famílias. Profissionais devem acolher além de rótulos, reconhecendo separação e desafios emocionais. Competências incluem gestão de limites, supervisão e comunicação clara e eficaz. A instituição precisa de processos transparentes, regras compartilhadas e apoio humano, criando ambiente confiável que facilita adaptação gradual, acolhimento recíproco e reduz conflitos familiares.

  • O artigo aborda a otimização do tempo na assistência de enfermagem em ILPI, destacando estratégias práticas para equilibrar demandas e qualidade do cuidado. Ressalta a importância de planejamento, divisão de tarefas e atenção plena aos idosos. Propõe desacelerar e valorizar relações humanas, visando bem-estar dos residentes e redução do estresse entre os profissionais de saúde

  • Cuidar bem exige valorizar quem cuida. Em ILPI, equipes são o coração do cuidado, mas enfrentam desafios como rotatividade, sobrecarga e falta de apoio. Pequenas ações — como escuta, reconhecimento e liderança presente — fortalecem vínculos e melhoram o ambiente. A Revista Cuidar convida você a compartilhar experiências que inspiram uma gestão mais humana, estratégica e empática.

  • A esperança é uma competência essencial para liderar uma ILPI. Mais do que otimismo, ela guia decisões, motiva equipes e fortalece a resiliência diante dos desafios diários. Gestores, coordenadores que cultivam a esperança transformam obstáculos em oportunidades, inspiram confiança e promovem inovações que melhoram a qualidade do cuidado, criando ambientes mais humanos e eficazes para todos.

  • ILPI de todo o Brasil estão convidadas a mostrar a força do cuidado que vivem diariamente. O concurso “Gentileza que Protege” valoriza iniciativas que revelam, com arte e sensibilidade, o verdadeiro papel das instituições de longa permanência. Participe até 4 de junho e ajude a transformar a imagem das ILPI com histórias reais, humanas e inspiradoras.

  • Transformar ILPI em lares exige equilibrar padronização e personalização. Pequenos gestos — como permitir objetos pessoais e respeitar escolhas — ajudam a recriar um espaço seguro e significativo. Ao incentivar a sensação de pertencimento, é possível converter ambientes institucionais em novos lares, preservando identidades e promovendo bem-estar. Qual seria o meio‑termo possível entre um local feito “em série” e uma casa?