O Brasil envelhece e pessoas autistas também chegam à velhice, muitas vezes sem diagnóstico e sem acolhimento adequado. Dados recentes estimam mais de 300 mil idosos autistas no país. Diante da escassez de pesquisas e da realidade nas ILPI, torna-se urgente construir práticas de cuidado informadas, sensíveis e humanizadas.


