Muitas pessoas se perguntam se as pessoas idosas sentem a morte. Elisa Mencacci, psicóloga e tanatóloga, busca responder a essa pergunta ajudando-nos a ir ainda mais fundo, até o lugar onde reside a necessidade da pessoa de poder se expressar e de se sentir acolhida com autenticidade.
Cuidar de pessoas idosas em ILPI é cuidar de histórias marcadas por afetos, perdas e vínculos que seguem vivos. Comunicar uma morte nesse contexto exige sensibilidade, empatia e respeito à singularidade de cada um. Este artigo, escrito pela psicóloga e tanatologista Silvana Lavechia, convida profissionais das ILPI a refletirem, com o coração atento, sobre a delicadeza do luto e a importância de acolher, escutar e preservar a dignidade até o fim.


