O silêncio pode matar. Entre idosos, especialmente em ILPI, a depressão muitas vezes não grita: ela se esconde em olhares vazios, recusas sutis e despedidas disfarçadas. Cada gesto pode ser um pedido de socorro. Detectar sinais precoces, garantir cuidado integral e valorizar a vida é a fronteira entre o risco invisível e a esperança.
O(a) psicólogo(a) na ILPI atua como guardião(ã) de histórias, ouvindo e interpretando narrativas de residentes e familiares. Facilita a adaptação com acolhimento empático, colabora com equipe multidisciplinar, transforma saber tácito em ferramentas de cuidado diário e supervisiona casos clínicos. Atua em crises, promovendo escuta ativa e diálogo, fortalecendo vínculos e personalizando intervenções para promover bem-estar e integração no contexto institucional.


