Quando um idoso diz “quero morrer”, está, muitas vezes, expressando dor, medo ou desejo de ser ouvido. Este artigo convida familiares, cuidadores e toda a equipe multiprofissional a compreender os significados profundos por trás desse pedido e a oferecer, com empatia, o que mais importa no fim da vida: presença, escuta e dignidade.
O artigo aborda a importância do cuidado humanizado nas ILPI, destacando o método Humanitude e seus pilares: olhar, palavra, toque e verticalidade. Defende uma mudança na cultura organizacional, valorização dos cuidadores, envolvimento da família e práticas que priorizem a dignidade e o bem-estar da pessoa idosa, contrapondo a pressa e a padronização no cuidado.
Você sente que a correria do cuidado tira o brilho da sua vocação? Este artigo é um convite a transformar o estresse em energia positiva e redescobrir o propósito por trás de cada gesto. Com estratégias simples e inspiradoras, recupere sua vitalidade, fortaleça sua conexão com os idosos e reencontre a beleza de ser um profissional do cuidado.
Cuidar não é prender o pássaro na gaiola, mas garantir que ele voe com liberdade e dignidade. Este texto convida a repensar as instituições de longa permanência para idosos, revelando como rotinas inflexíveis desrespeitam vontades e restringem a liberdade. Propõe devolver decisões cotidianas aos residentes, fomentar interações externas e criar conselhos participativos para reintegrar a ILPI à comunidade.
Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre o uso da contenção em pessoas idosas que convivem com demência, questionando práticas baseadas em estereótipos e defendendo uma nova cultura do envelhecimento. Destaca a importância da formação profissional, do respeito à dignidade e aos direitos dos idosos, e da construção de relações afetivas que valorizem a escuta e a individualidade.
A atuação da Educação Física nas ILPI promove saúde, autonomia e qualidade de vida para as pessoas idosas. Com uma abordagem humanizada, o profissional contribui para o bem-estar físico, cognitivo e emocional dos residentes, por meio de atividades adaptadas, socialização e estímulo à memória. É um cuidado que transforma o envelhecer em um processo mais ativo, digno e respeitoso.
O texto reflete sobre o uso comum do termo “vovô/vovó” para se referir a idosos em ILPI, mostrando como essa expressão, embora afetuosa, pode reforçar estereótipos e apagar identidades únicas. A linguagem carinhosa mascara histórias complexas, dores individuais e trajetórias diversas, dificultando relações genuínas e promovendo uma visão simplificada e homogênea da velhice.
Mais do que cuidar de corpos, este artigo convida a enxergar pessoas. Ele reflete sobre o verdadeiro sentido das ILPI, alerta para os riscos do cuidado mercantilizado e valoriza profissionais que resistem com ética e compaixão. É um chamado à transformação: de espaços de isolamento para lugares de pertencimento, onde envelhecer não signifique desaparecer, mas continuar plenamente humano.
Diante do envelhecimento acelerado do Brasil, este artigo convoca cada ILPI — privadas, públicas e filantrópicas — a reconhecer sua potência transformadora. Honrando o legado dos pioneiros, propõe ação concreta, união intersetorial e respeito às singularidades. Porque cuidar é mais que um dever: é a chance de deixar, com coragem e dignidade, um legado humano e coletivo.
Na ILPI, Mariano e Luzinete se conheceram, apaixonaram-se e transformaram o espaço em um verdadeiro lar. A equipe acolheu a história com sensibilidade, promovendo bem-estar, superando preconceitos e garantindo autonomia. O romance trouxe vitalidade aos dois e inspirou outros residentes, culminando nos preparativos de um casamento que celebra o amor na maturidade.


