Alimentar corretamente uma pessoa idosa é um gesto que exige atenção, delicadeza e competências práticas. Neste artigo, a doutora Angela Di Giaimo, enfermeira e formadora na área sociossanitária, nos oferece alguns conselhos práticos e sugestões relacionais para transformar o momento da refeição em uma experiência segura, digna e rica em valor afetivo.
Você faz tudo tecnicamente correto e ainda ouvem "está desnutrido" ou "por que não anda mais?". Nutricionistas e educadores físicos de ILPI: este artigo é para vocês. Estratégias práticas de documentação, comunicação com famílias difíceis, integração profissional e proteção técnica. Porque cuidar bem também significa se proteger. Você não está sozinho.
A creatina é mesmo indicada para todas as pessoas idosas? Todos se beneficiam da suplementação? E aqueles sedentários ou bem nutridos, precisam? Qual o papel da alimentação? Será que exercícios resistidos são essenciais? Nos últimos dias, muitas informações circulam de forma equivocada. O Dr. Ivan Aprahamian levanta essas questões. Leia os esclarecimentos completos no artigo.
Quando a pessoa idosa que convive com o Alzheimer e outras formas de demência pede comida o tempo todo, nem sempre é fome: muitas vezes é busca por segurança e afeto. Em vez de corrigir ou confrontar, acolha. Respire fundo, converse sobre o que ela gosta e valide seus sentimentos. Isso reduz a ansiedade e fortalece o vínculo de cuidado.
A nutrição em cuidados paliativos vai além do tratamento clínico: é cuidado, presença e dignidade. O papel da(o) nutricionista é respeitar escolhas, aliviar sofrimentos e oferecer acolhimento por meio da alimentação. Nesse momento delicado, cada gesto ganha profundidade, revelando que nutrir não é apenas alimentar o corpo, mas também confortar a alma na etapa final da vida.
O Projeto Nutri Repouso, da Associação Unidos do Bem, transforma Instituições de Longa Permanência para Idosos com melhorias estruturais, cardápios adaptados e capacitação de equipes. O projeto promove saúde, dignidade e nutrição personalizada, já impactando centenas de idosos em São Paulo. A meta é expandir nacionalmente e tornar-se política pública.
Este artigo explora como a alimentação pode promover serenidade, melhorar o sono e reduzir distúrbios de comportamento em pessoas com demência. Com base em evidências científicas, oferece orientações práticas para nutricionistas e cozinheiras em ILPI, destacando alimentos funcionais, combinações estratégicas e cuidados com texturas e horários, transformando cada refeição em um ato de cuidado e bem-estar.


