Neste artigo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes nos convida a olhar além dos protocolos para enxergar a pessoa. A Lei nº 15.378/2026 é o ponto de partida para um cuidado que abraça a autonomia e a história de cada pessoa idosa, inclusive nas ILPI. Um texto sensível que apoia gestores e equipes na missão de transformar rotinas em encontros de profunda dignidade.
Na Casa de Amparo Santo Antônio, no RJ, a estimulação cognitiva é parte essencial do cuidado em ILPI, promovendo memória, atenção e bem-estar emocional. Com atividades adaptadas e respeitando a individualidade, residentes ganham autonomia, confiança e pertencimento. A prática mostra que manter a mente ativa fortalece vínculos, reduz o isolamento e torna a rotina mais significativa e acolhedora institucional diária.
Nas ILPI brasileiras, o cuidado não pode se limitar ao diagnóstico, à rotina ou à dependência. Este ensaio propõe uma reflexão sobre fragilidade, dignidade e existência, defendendo que envelhecer sob cuidado institucional não apaga história, vínculo, desejo nem pertencimento. Um texto sobre a urgência de preservar a condição de pessoa mesmo nos contextos de maior vulnerabilidade.
Oferecer um pedaço de chocolate na Páscoa pode parecer uma decisão simples. Em ILPI, celebrar vai além da dieta: é promover vínculos, autonomia e qualidade de vida. Na Páscoa, o chocolate deixa de ser apenas nutrição para se tornar experiência e memória afetiva. O cuidado centrado na pessoa equilibra segurança clínica e desejo, transformando datas comemorativas em momentos significativos e terapêuticos para cada residente.
A gestão sanitária em ILPI vai além da fiscalização, integrando conformidade, direitos do idoso e segurança jurídica. Fundamentada na RDC 502/2021, exige infraestrutura adequada, documentação completa, RT designado, dimensionamento correto de pessoal, prontuários detalhados e monitoramento de eventos. A cultura de compliance garante excelência no cuidado, prevenção de riscos, respeito à dignidade do idoso e proteção legal da instituição e profissionais.
Neste Dia Internacional das Mulheres, celebramos as histórias das mulheres que vivem nas ILPI e a dedicação das profissionais que sustentam o cuidado diariamente. Valorizar essas mulheres é reconhecer trajetórias, dignidade e compromisso com o envelhecimento digno. Mais do que homenagens, é preciso respeito, visibilidade e apoio ao cuidado. Afinal, cuidar de quem envelhece é cuidar da sociedade que queremos construir. 🌷
No bairro do Canindé, em São Paulo, a ILPI Canindé, administrada pela CROPH, acolhe pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social. Em fevereiro de 2026, a equipe da Revista Cuidar visitou a instituição e encontrou mais que um serviço público: viu a persistência cotidiana do cuidado, expressa em rotinas organizadas, vínculos afetivos e uma equipe acolhedora e comprometida.
Diante da revolução da longevidade, como nos ensina o Professor Alexandre Kalache, as ILPI são o espelho da nossa humanidade. Ser anti-idadista é mais que rejeitar preconceitos: é garantir dignidade, autonomia e cidadania plena a cada pessoa idosa. Cuidar sem infantilizar, escutar sem silenciar, agir com coragem ética. O futuro que queremos começa no respeito que praticamos hoje.
A história da ILPI centenária da Sociedade Socorro aos Necessitados revela como uma instituição filantrópica se reinventou para se tornar referência nacional em cuidado humanizado. Entre desafios sociais, profissionalização e projetos inovadores, o artigo mostra como ciência, afeto e gestão moderna transformaram vidas e redefiniram o envelhecer no Brasil. Uma leitura inspiradora e necessária. Descubra lições valiosas para o futuro do cuidado.
O excesso de medicamentos não é apenas um número, é um risco vital. Entre a cascata iatrogênica e os efeitos colaterais ocultos, a segurança das pessoas idosas exige vigilância máxima. Este artigo revela como a reconciliação terapêutica e a união da equipe multidisciplinar podem salvar vidas, transformando o "balde de remédios" em cuidado de excelência e precisão.


