• Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa reforça a importância do envelhecimento saudável e da longevidade no Brasil. A data foi criada para conscientizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento, destacando a importância de proteger e cuidar da população idosa, garantindo seus direitos e participação plena na sociedade. Seguindo o tema da ONU 2025: “As Pessoas Idosas Impulsionam Ações Locais e Globais: As Nossas Aspirações, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos”, especialistas da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Dr. Leonardo Oliva, Dra. Isabela Trindade, Dra. Simone Pinto e Dra. Cecília Galetti explicam os desafios e caminhos para uma longevidade ativa e plena.

  • Como transformar o banho de quem vive com demência em um momento de cuidado e não de obrigação? É preciso mesmo insistir quando há resistência? Como respeitar a intimidade, reduzir o desconforto e ainda preservar a dignidade? Descubra como pequenos gestos e atenção às preferências podem transformar a higiene em conexão e serenidade.

  • A creatina é mesmo indicada para todas as pessoas idosas? Todos se beneficiam da suplementação? E aqueles sedentários ou bem nutridos, precisam? Qual o papel da alimentação? Será que exercícios resistidos são essenciais? Nos últimos dias, muitas informações circulam de forma equivocada. O Dr. Ivan Aprahamian levanta essas questões. Leia os esclarecimentos completos no artigo.

  • Debater a ILPI apenas como negócio sem analisar as informações existentes relacionadas aos residentes e compreender suas vidas é negligenciá-los. Este artigo, ancorado em evidências brasileiras, discute por que saúde e assistência precisam caminhar juntas; por que a capacitação e a transparência são imperativos éticos e técnicos; e por que a sociedade deve cobrar resultados mensuráveis das instituições de longa permanência.

  • O silêncio pode matar. Entre idosos, especialmente em ILPI, a depressão muitas vezes não grita: ela se esconde em olhares vazios, recusas sutis e despedidas disfarçadas. Cada gesto pode ser um pedido de socorro. Detectar sinais precoces, garantir cuidado integral e valorizar a vida é a fronteira entre o risco invisível e a esperança.

  • O texto aborda os três tempos gregos dentro da ILPI: Chronos, marcado pela rotina institucional; Kairós, vivido nas experiências subjetivas, como visitas e vínculos de cuidado; e Aion, o tempo eterno das memórias e afetos que permanecem. Defende-se flexibilizar o Chronos, valorizar o Kairós e cultivar o Aion, investindo o tempo com sabedoria, presença e amor.

  • Este artigo mostra como a Educação Física pode transformar o cuidado de idosos em grau III de dependência. Por meio de exercícios adaptados, música, jogos e interação com cuidadores e familiares, o movimento se torna terapêutico e humano. Mais que atividade física, é acolhimento, dignidade e esperança, revelando que qualidade de vida é sempre possível.

  • O trabalho em ILPI envolve altos níveis de estresse, desgaste emocional e risco de burnout. Fatores estruturais, emocionais e individuais exigem atenção. A inteligência emocional e a agilidade emocional ajudam a transformar emoções em ferramentas construtivas. Práticas de resiliência, gentileza, escuta ativa e autocompaixão reduzem a fadiga por compaixão, fortalecem equipes e melhoram o cuidado, promovendo ambientes mais humanos e sustentáveis.

  • Quem deve ser o RT em uma ILPI: enfermeiro, médico ou assistente social? A resposta não é simples. Não existe regra única: depende do perfil da instituição e das necessidades dos residentes. O RT garante legalidade, qualidade e segurança, coordenando protocolos, equipe e cuidados, sendo peça-chave para famílias, gestores e fiscalização sanitária.

  • Emilia, 97 anos, mostra que é possível viver em uma ILPI sem perder a própria identidade. Com apoio da equipe e dos sobrinhos, mantém hábitos simples: fisioterapia diária, passeios à feira e participação em atividades. Para ela, cuidado é escuta, respeito e continuidade. Sua história ensina que viver é seguir construindo, com presença e relações significativas.

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