O excesso de medicamentos não é apenas um número, é um risco vital. Entre a cascata iatrogênica e os efeitos colaterais ocultos, a segurança das pessoas idosas exige vigilância máxima. Este artigo revela como a reconciliação terapêutica e a união da equipe multidisciplinar podem salvar vidas, transformando o "balde de remédios" em cuidado de excelência e precisão.
A incontinência urinária nas ILPI exige cuidado técnico aliado à empatia, respeito e dignidade. Acolhimento, comunicação sensível, observação de sinais não verbais e rotinas de banheiro previnem constrangimentos. Preservar privacidade, garantir higiene adequada, hidratação equilibrada e uso correto de fraldas melhora o conforto, a autoestima e a qualidade de vida das pessoas idosas.
Reflexão sobre o cuidado nas ILPI, afirmando que cuidar é preservar identidade, autonomia e dignidade. Questiona a naturalização da contenção física e farmacológica e seus impactos sobre idosos, famílias e profissionais. Destaca que comportamentos são formas de comunicação e que escolhas éticas, escuta sensível e pequenos gestos podem transformar instituições em espaços de vida, vínculo, respeito e humanidade cotidiana verdadeira.
O Brasil envelhece e pessoas autistas também chegam à velhice, muitas vezes sem diagnóstico e sem acolhimento adequado. Dados recentes estimam mais de 300 mil idosos autistas no país. Diante da escassez de pesquisas e da realidade nas ILPI, torna-se urgente construir práticas de cuidado informadas, sensíveis e humanizadas.
Um chamado humano aos profissionais das ILPI que sustentam o cuidado cotidiano. O texto rompe com o discurso vazio da “força infinita” e revela o esgotamento silencioso de quem cuida. Defende a resiliência como sobrevivência, propõe micropráticas possíveis no caos e afirma: respirar primeiro não é egoísmo, é condição para continuar cuidando.
Este artigo destaca a importância do cuidado podológico para pessoas idosas em ILPI durante o verão. Aborda a escolha de calçados ventilados, a inspeção diária para prevenir lesões e o manejo correto de unhas e hidratação. Com foco na segurança e no afeto, apresenta fluxos de encaminhamento e orientações técnicas para garantir a autonomia, o conforto e a dignidade dos residentes.
As festas de fim de ano são momentos essenciais para promover saúde mental e vínculos familiares entre pessoas idosas. Nas ILPI, essa participação ativa em preparativos e celebrações resgata autonomia, identidade e pertencimento dos residentes. Familiares renovam laços afetivos, enquanto profissionais criam ambientes acolhedores. Reconhecer quem trabalha nessas datas também é fundamental: são pessoas cuidando de pessoas, celebrando a vida em todas as suas fases.
Muitas pessoas se perguntam se as pessoas idosas sentem a morte. Elisa Mencacci, psicóloga e tanatóloga, busca responder a essa pergunta ajudando-nos a ir ainda mais fundo, até o lugar onde reside a necessidade da pessoa de poder se expressar e de se sentir acolhida com autenticidade.
O artigo destaca o poder terapêutico do olhar na relação de cuidado. Mais que gesto técnico, o olhar reconhece a pessoa, cria confiança, reduz o estresse e ativa emoções positivas por meio da ocitocina. Convida profissionais a desenvolverem um olhar consciente, capaz de acolher, conectar e transformar, inclusive começando com o próprio autocuidado diante do espelho.
Nascida de uma conexão profunda entre Brasil e Itália, a Revista Cuidar surge como um projeto pioneiro que ressignifica o cuidado em ILPI. Inspirada por histórias espelhadas e guiada por propósito, a revista coloca a cultura do cuidado em círculo, unindo profissionais, famílias e sociedade para reconstruir a imagem das ILPIs como espaços de vida, dignidade e escolhas positivas. Artigo inspirado na entrevista com o renomado canal: O que rola na geronto.


