O Natal nas ILPI deve respeitar a individualidade de cada residente, valorizando memórias, desejos e tradições. Evita-se a infantilização, promovendo experiências sensoriais, momentos de gratidão, gentileza e conexão. Música, aromas, decoração e pequenos rituais tornam o dia especial. Incluem-se celebrações religiosas diversas, trocas de presentes e convivência familiar, sempre com atenção ao bem-estar e à autonomia emocional.
A alienação parental não atinge apenas crianças. Pessoas idosas em ILPI também são alvos de manipulação e isolamento familiar, frequentemente por interesses patrimoniais. A advogada Carolina Braz Gomes analisa este fenômeno silencioso, seus desafios jurídicos e apresenta ferramentas práticas para profissionais identificarem e agirem na proteção desses direitos fundamentais.
O Novembro Azul reforça que a saúde do homem vai além do câncer de próstata. Doenças cardiovasculares são a principal causa de óbitos masculinos. Exercícios físicos, alimentação balanceada, acompanhamento médico regular e cuidados com a saúde mental são essenciais. Nas ILPI, equipes multidisciplinares devem promover ambientes acolhedores que incentivem residentes homens a expressarem suas necessidades e receberem atenção preventiva integral.
As palavras que usamos diariamente nas ILPI constroem ou destroem dignidade. Termos como "institucionalizado", "hóspede" e "demente" despersonalizam, transformam pessoas em rótulos e perpetuam estigmas. A neurociência comprova: a linguagem não apenas descreve a realidade - ela a cria. Mudar nossa comunicação é o primeiro passo para revolucionar a cultura do cuidado e honrar a humanidade de cada morador.
Cuidar de pessoas idosas em ILPI é cuidar de histórias marcadas por afetos, perdas e vínculos que seguem vivos. Comunicar uma morte nesse contexto exige sensibilidade, empatia e respeito à singularidade de cada um. Este artigo, escrito pela psicóloga e tanatologista Silvana Lavechia, convida profissionais das ILPI a refletirem, com o coração atento, sobre a delicadeza do luto e a importância de acolher, escutar e preservar a dignidade até o fim.
Por que é importante voltar a olhar para o que aconteceu em março-abril de 2020 nas ILPI Italianas? Graças ao trabalho de reconstrução histórica realizado pelo Prof. Costanzo Ranci, podemos compreender o que os acontecimentos daquele período dentro das ILPI nos ensinam hoje. O leitor brasileiro poderá refletir sobre o que puderam evitar ao se unirem para as tomadas de decisões.
A horticultura terapêutica não é simples jardinagem e vai muito além de uma atividade para passar o tempo com pessoas idosas. Neste artigo Barbara Picchio, entrevistou Margherita Volpini, horticultora terapêutica profundamente apaixonada pelo seu trabalho, para nos contar o método e os benefícios de uma prática capaz de valorizar a singularidade de cada pessoa envolvida.
No Dia das Crianças, a Revista Cuidar enfatiza que pessoas idosas não são crianças e têm direito à afetividade e sexualidade. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), destaca a importância de romper tabus, inclusive dentro das ILPI, combater o idadismo e promover vínculos saudáveis que reforcem autonomia, dignidade e qualidade de vida.
Idosos voando, pedalando e sorrindo em desenhos de giz: o projeto “Chalk Art Primavera” transformou lares de idosos em verdadeiras telas vivas de alegria! Inspirado na Itália, o movimento floresceu no Brasil, unindo criatividade, inclusão e emoção. Participaram idosos entre 63 e 103 anos, provando que a arte e o encantamento não têm idade e que as ILPI também são espaços vibrantes de vida, cuidado e expressão.
Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa reforça a importância do envelhecimento saudável e da longevidade no Brasil. A data foi criada para conscientizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento, destacando a importância de proteger e cuidar da população idosa, garantindo seus direitos e participação plena na sociedade. Seguindo o tema da ONU 2025: “As Pessoas Idosas Impulsionam Ações Locais e Globais: As Nossas Aspirações, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos”, especialistas da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Dr. Leonardo Oliva, Dra. Isabela Trindade, Dra. Simone Pinto e Dra. Cecília Galetti explicam os desafios e caminhos para uma longevidade ativa e plena.


