• Inverno de 2025: a gripe voltou com força total. Mais de 126 mil casos de SRAG e as pessoas idosas são as mais afetadas. Cuidadores, profissionais e familiares têm papel vital na prevenção. Pequenas ações nas ILPI, como protocolos de higiene, comunicação transparente, vacinação atualizada e atenção aos detalhes, fazem a diferença entre o risco e a proteção.

  • Como Sísifo, muitos gestores e profissionais das ILPI sentem-se empurrando uma pedra regulatória que sempre volta ao ponto inicial. A RDC 502/21 trouxe avanços, mas também incertezas e sobrecarga. Este artigo revela como o ROI e ações recentes da Anvisa podem aliviar esse peso, oferecendo caminhos práticos, materiais úteis e uma nova perspectiva sobre a fiscalização sanitária.

  • Comum em quadros neurológicos e demenciais, a agnosia desafia cuidadores, profissionais das ILPI e familiares. A pessoa idosa perde a capacidade de reconhecer o mundo ao redor, gerando medo, frustração e risco. Compreender esse distúrbio invisível é o primeiro passo para um cuidado mais seguro, respeitoso e acolhedor.

  • O artigo aborda a importância do cuidado humanizado nas ILPI, destacando o método Humanitude e seus pilares: olhar, palavra, toque e verticalidade. Defende uma mudança na cultura organizacional, valorização dos cuidadores, envolvimento da família e práticas que priorizem a dignidade e o bem-estar da pessoa idosa, contrapondo a pressa e a padronização no cuidado.

  • Deixar o lar para entrar na ILPI gera sentimentos de perda, solastalgia e desorientação. Na entrevista com antropólogo Alberto Salza, discutem-se perspectivas para acolher e cuidar de idosos nessa transição: compreender pontos de vista, criar espaços de descompressão, figura profissional intermediária e obra de “remendo” emocional. Propõe-se proempatia, em vez de empatia, para mediar medos e reconstruir vínculos afetivos duradouros.

  • Cuidar não é prender o pássaro na gaiola, mas garantir que ele voe com liberdade e dignidade. Este texto convida a repensar as instituições de longa permanência para idosos, revelando como rotinas inflexíveis desrespeitam vontades e restringem a liberdade. Propõe devolver decisões cotidianas aos residentes, fomentar interações externas e criar conselhos participativos para reintegrar a ILPI à comunidade.

  • O artigo aborda a gestão ética, técnica e humana em ILPI, destacando a importância da formação contínua dos gestores, da transparência com famílias e do cuidado qualificado às pessoas idosas. Com metáforas náuticas, defende que cada instituição é um navio cuja travessia só é segura com liderança capacitada, equipe valorizada e compromisso com a dignidade no envelhecer.

  • O Residencial Longévité compartilha os principais desafios da gestão de uma ILPI, desde o acolhimento inicial até a comunicação com famílias e a formação da equipe. Enfrentando estigmas e a falta de apoio público, a instituição aposta em um cuidado humanizado, transparente e comprometido com a autonomia e a qualidade de vida da pessoa idosa.

  • Gentileza: poderosa ferramenta de transformação nas ILPI, combate maus-tratos e promove bem-estar coletivo. Baseada em autocompaixão (autogentileza, senso de humanidade e mindfulness), fortalece laços via “conta emocional” e deposita confiança. Contagiante e em efeito dominó, torna-se norma social. A prática contínua de gestos gentis, como o “bumerangue da gentileza”, gera resiliência, reduz estresse e enriquece o cuidado, inspirando mudanças profundas.

  • Entrada em ILPI é estresse profundo, marcando divisor de águas para idosos e famílias. Profissionais devem acolher além de rótulos, reconhecendo separação e desafios emocionais. Competências incluem gestão de limites, supervisão e comunicação clara e eficaz. A instituição precisa de processos transparentes, regras compartilhadas e apoio humano, criando ambiente confiável que facilita adaptação gradual, acolhimento recíproco e reduz conflitos familiares.