Você sabia que artes marciais adaptadas podem beneficiar pessoas idosas em ILPI? A Dra. Alessandra Tieppo, médica geriatra, propõe atividades seguras como Tai Chi, Capoeira e Karatê adaptado, com foco em equilíbrio, cognição, autoestima e socialização. Uma abordagem inovadora e humanizada que transforma o envelhecimento em movimento, convivência e bem-estar.
Abrir as portas de academias e clubes para pessoas idosas que vivem em ILPI promove inclusão, saúde e pertencimento. Esses espaços, ao acolherem moradores dessas instituições, fortalecem a autonomia, autoestima e a convivência intergeracional, rompendo estigmas e criando vínculos sociais. É uma forma de garantir o direito à atividade física e à participação plena na vida comunitária.
Comum em quadros neurológicos e demenciais, a agnosia desafia cuidadores, profissionais das ILPI e familiares. A pessoa idosa perde a capacidade de reconhecer o mundo ao redor, gerando medo, frustração e risco. Compreender esse distúrbio invisível é o primeiro passo para um cuidado mais seguro, respeitoso e acolhedor.
Quando um idoso diz “quero morrer”, está, muitas vezes, expressando dor, medo ou desejo de ser ouvido. Este artigo convida familiares, cuidadores e toda a equipe multiprofissional a compreender os significados profundos por trás desse pedido e a oferecer, com empatia, o que mais importa no fim da vida: presença, escuta e dignidade.
O artigo aborda a importância do cuidado humanizado nas ILPI, destacando o método Humanitude e seus pilares: olhar, palavra, toque e verticalidade. Defende uma mudança na cultura organizacional, valorização dos cuidadores, envolvimento da família e práticas que priorizem a dignidade e o bem-estar da pessoa idosa, contrapondo a pressa e a padronização no cuidado.
Você sente que a correria do cuidado tira o brilho da sua vocação? Este artigo é um convite a transformar o estresse em energia positiva e redescobrir o propósito por trás de cada gesto. Com estratégias simples e inspiradoras, recupere sua vitalidade, fortaleça sua conexão com os idosos e reencontre a beleza de ser um profissional do cuidado.
Cuidar não é prender o pássaro na gaiola, mas garantir que ele voe com liberdade e dignidade. Este texto convida a repensar as instituições de longa permanência para idosos, revelando como rotinas inflexíveis desrespeitam vontades e restringem a liberdade. Propõe devolver decisões cotidianas aos residentes, fomentar interações externas e criar conselhos participativos para reintegrar a ILPI à comunidade.
Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre o uso da contenção em pessoas idosas que convivem com demência, questionando práticas baseadas em estereótipos e defendendo uma nova cultura do envelhecimento. Destaca a importância da formação profissional, do respeito à dignidade e aos direitos dos idosos, e da construção de relações afetivas que valorizem a escuta e a individualidade.
A atuação da Educação Física nas ILPI promove saúde, autonomia e qualidade de vida para as pessoas idosas. Com uma abordagem humanizada, o profissional contribui para o bem-estar físico, cognitivo e emocional dos residentes, por meio de atividades adaptadas, socialização e estímulo à memória. É um cuidado que transforma o envelhecer em um processo mais ativo, digno e respeitoso.
O texto reflete sobre o uso comum do termo “vovô/vovó” para se referir a idosos em ILPI, mostrando como essa expressão, embora afetuosa, pode reforçar estereótipos e apagar identidades únicas. A linguagem carinhosa mascara histórias complexas, dores individuais e trajetórias diversas, dificultando relações genuínas e promovendo uma visão simplificada e homogênea da velhice.


