A horticultura terapêutica não é simples jardinagem e vai muito além de uma atividade para passar o tempo com pessoas idosas. Neste artigo Barbara Picchio, entrevistou Margherita Volpini, horticultora terapêutica profundamente apaixonada pelo seu trabalho, para nos contar o método e os benefícios de uma prática capaz de valorizar a singularidade de cada pessoa envolvida.
Edição Especial: Guia prático e passo a passo para elaborar o Plano de Atenção Integral à Saúde (PAI) e o plano de assistência à saúde em ILPI, incluindo diagnóstico institucional, matriz de cuidados individualizada, protocolos, POPs, contingência e monitoramento. Sua equipe está pronta para os desafios de 2026? Agende sua consultoria com especialistas que são referência no Brasil e no mundo e descubra como elevar o cuidado da sua ILPI a um novo patamar de excelência e humanidade. Poucas vagas disponíveis! 📧 Contato: [email protected]
Copiar e colar o PAI pode custar vidas. Documentos genéricos falham nas emergências, expõem a ILPI juridicamente e não protegem ninguém. Um PAI construído pela equipe, com informações reais e atualizadas, transforma papel em proteção. Não é burocracia - é o mapa que salva residentes quando a tempestade chega. Seus documentos protegem vidas reais?
Ser um profissional capaz de colocar "a pessoa no centro" é fundamental, mas nem sempre isso acontece na prática. Com o objetivo de estimular uma reflexão, o autor Luca Lodi propõe duas narrativas fictícias: na primeira, presencia-se um encontro frio entre o profissional de saúde e o cuidador familiar, onde o primeiro não considera o papel e os sentimentos da pessoa à sua frente. Na segunda, no entanto, o cuidador familiar e os sentimentos que ele carrega são os mesmos, mas a equipe consegue acolhê-los, assumindo também o peso emocional que o familiar carrega consigo.
O texto narra os dilemas enfrentados por uma gestora e a sua equipe diante da tentativa de fuga de uma residente. Entre responsabilidades legais, emocionais e éticas, destaca-se a importância da escuta ativa, da autonomia da pessoa idosa e do cuidado centrado na pessoa como caminho para promover dignidade e qualidade de vida no cotidiano institucional.
Como transformar o banho de quem vive com demência em um momento de cuidado e não de obrigação? É preciso mesmo insistir quando há resistência? Como respeitar a intimidade, reduzir o desconforto e ainda preservar a dignidade? Descubra como pequenos gestos e atenção às preferências podem transformar a higiene em conexão e serenidade.
Debater a ILPI apenas como negócio sem analisar as informações existentes relacionadas aos residentes e compreender suas vidas é negligenciá-los. Este artigo, ancorado em evidências brasileiras, discute por que saúde e assistência precisam caminhar juntas; por que a capacitação e a transparência são imperativos éticos e técnicos; e por que a sociedade deve cobrar resultados mensuráveis das instituições de longa permanência.
A qualidade do cuidado em ILPI no Brasil envolve equilibrar expectativas de familiares, bem-estar das pessoas idosas e valorização dos colaboradores. Inspirada na filosofia da qualidade total, exige gestão participativa, comunicação e motivação. O desafio está em alinhar qualidade percebida e esperada, buscando excelência como harmonia sustentável entre usuários, profissionais, gestores e recursos disponíveis.
Profissionais de ILPI vivem a pressão do cuidado diário e muitas vezes negligenciam a si mesmos. Inspirados por Alexandre Kalache, este editorial mostra que o autocuidado é essencial para preservar energia, reduzir estresse e fortalecer vínculos. Pausas, rodas de conversa e apoio da liderança tornam o cuidado mais humano e eficaz. Cuidar de quem cuida é essencial para humanizar e sustentar o envelhecimento ativo.
Este artigo discute a importância da comunicação entre Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os familiares dos residentes, com base na experiência da Casa dos Pobres São Francisco de Assis, em Caruaru PE. Argumenta-se que a comunicação é um elo essencial para garantir vínculos afetivos, confiança mútua e cuidado humanizado. São mobilizadas reflexões de filósofos e especialistas da área da saúde e envelhecimento, como Mário Sérgio Cortella, Cecília Minayo, Anita Liberalesso Néri, Leonardo Boff e Paulo Freire.


