O artigo aborda a otimização do tempo na assistência de enfermagem em ILPI, destacando estratégias práticas para equilibrar demandas e qualidade do cuidado. Ressalta a importância de planejamento, divisão de tarefas e atenção plena aos idosos. Propõe desacelerar e valorizar relações humanas, visando bem-estar dos residentes e redução do estresse entre os profissionais de saúde
Cuidar bem exige valorizar quem cuida. Em ILPI, equipes são o coração do cuidado, mas enfrentam desafios como rotatividade, sobrecarga e falta de apoio. Pequenas ações — como escuta, reconhecimento e liderança presente — fortalecem vínculos e melhoram o ambiente. A Revista Cuidar convida você a compartilhar experiências que inspiram uma gestão mais humana, estratégica e empática.
O(a) psicólogo(a) na ILPI atua como guardião(ã) de histórias, ouvindo e interpretando narrativas de residentes e familiares. Facilita a adaptação com acolhimento empático, colabora com equipe multidisciplinar, transforma saber tácito em ferramentas de cuidado diário e supervisiona casos clínicos. Atua em crises, promovendo escuta ativa e diálogo, fortalecendo vínculos e personalizando intervenções para promover bem-estar e integração no contexto institucional.
A esperança é uma competência essencial para liderar uma ILPI. Mais do que otimismo, ela guia decisões, motiva equipes e fortalece a resiliência diante dos desafios diários. Gestores, coordenadores que cultivam a esperança transformam obstáculos em oportunidades, inspiram confiança e promovem inovações que melhoram a qualidade do cuidado, criando ambientes mais humanos e eficazes para todos.
ILPI de todo o Brasil estão convidadas a mostrar a força do cuidado que vivem diariamente. O concurso “Gentileza que Protege” valoriza iniciativas que revelam, com arte e sensibilidade, o verdadeiro papel das instituições de longa permanência. Participe até 4 de junho e ajude a transformar a imagem das ILPI com histórias reais, humanas e inspiradoras.
Transformar ILPI em lares exige equilibrar padronização e personalização. Pequenos gestos — como permitir objetos pessoais e respeitar escolhas — ajudam a recriar um espaço seguro e significativo. Ao incentivar a sensação de pertencimento, é possível converter ambientes institucionais em novos lares, preservando identidades e promovendo bem-estar. Qual seria o meio‑termo possível entre um local feito “em série” e uma casa?
Descubra estratégias simples para combater o sedentarismo nas ILPI. O artigo de Audrei Fernandes propõe movimentos acessíveis, alimentação equilibrada e práticas de autocuidado que melhoram a saúde de cuidadores e idosos. Inspire-se com dicas realistas que respeitam a rotina intensa dos profissionais e promovem mais qualidade de vida para todos. Movimento é cuidado!
Por trás de cada gesto, um elo que sustenta o cuidado. Este artigo revela como enxergar a ILPI como um organismo vivo, onde todos os setores se conectam para fortalecer o bem-estar do idoso, da equipe e da família. Da admissão às rotinas invisíveis, cada detalhe importa. Porque cuidar é mais do que agir — é compreender, integrar e transformar.
Linda é assistente social e recebe, todos os dias, idosos e suas famílias em sua ILPI. Há algum tempo, ela vem observando um fenômeno recorrente: muitos filhos cuidadores familiares tendem, involuntariamente, a se referir a si mesmos como “pais” de seus entes queridos. Por trás dessas palavras, existe um universo de significados e sentimentos que nem sempre percebemos. É nesse universo que a autora nos guia, em busca de uma compreensão mais profunda sobre o cuidador familiar.
O artigo relata as ações do CMDPI de Inhumas-GO entre 2018 e 2024 para fortalecer as ILPI locais, destacando a integração com o SUS, a qualificação de profissionais, a regularização documental, enfrentamento da COVID-19 e reorganização da rede de atenção ao idoso, resultando em melhorias significativas no cuidado e na gestão das instituições.


