Este editorial afirma que a precariedade das ILPI não decorre de má gestão, mas do subfinanciamento crônico das políticas de cuidado no Brasil. Defende o reconhecimento das ILPI como equipamentos híbridos, a responsabilização do Estado e a mobilização coletiva de gestores, profissionais e sociedade civil por financiamento adequado, políticas públicas efetivas e garantia constitucional de dignidade às pessoas idosas.


