A horticultura terapêutica não é simples jardinagem e vai muito além de uma atividade para passar o tempo com pessoas idosas. Neste artigo Barbara Picchio, entrevistou Margherita Volpini, horticultora terapêutica profundamente apaixonada pelo seu trabalho, para nos contar o método e os benefícios de uma prática capaz de valorizar a singularidade de cada pessoa envolvida.
Como dar banho a uma pessoa com demência sem transformar o cuidado em uma batalha? Entenda os desafios cognitivos e emocionais do momento do banho e aprenda estratégias práticas para reduzir o medo, a agressividade e o estresse — preservando a dignidade e a segurança da pessoa idosa e dos cuidadores. Leitura essencial para quem cuida!
Edição Especial: Guia prático e passo a passo para elaborar o Plano de Atenção Integral à Saúde (PAI) e o plano de assistência à saúde em ILPI, incluindo diagnóstico institucional, matriz de cuidados individualizada, protocolos, POPs, contingência e monitoramento. Sua equipe está pronta para os desafios de 2026? Agende sua consultoria com especialistas que são referência no Brasil e no mundo e descubra como elevar o cuidado da sua ILPI a um novo patamar de excelência e humanidade. Poucas vagas disponíveis! 📧 Contato: [email protected]
Ser um profissional capaz de colocar "a pessoa no centro" é fundamental, mas nem sempre isso acontece na prática. Com o objetivo de estimular uma reflexão, o autor Luca Lodi propõe duas narrativas fictícias: na primeira, presencia-se um encontro frio entre o profissional de saúde e o cuidador familiar, onde o primeiro não considera o papel e os sentimentos da pessoa à sua frente. Na segunda, no entanto, o cuidador familiar e os sentimentos que ele carrega são os mesmos, mas a equipe consegue acolhê-los, assumindo também o peso emocional que o familiar carrega consigo.
Idosos voando, pedalando e sorrindo em desenhos de giz: o projeto “Chalk Art Primavera” transformou lares de idosos em verdadeiras telas vivas de alegria! Inspirado na Itália, o movimento floresceu no Brasil, unindo criatividade, inclusão e emoção. Participaram idosos entre 63 e 103 anos, provando que a arte e o encantamento não têm idade e que as ILPI também são espaços vibrantes de vida, cuidado e expressão.
Como transformar o banho de quem vive com demência em um momento de cuidado e não de obrigação? É preciso mesmo insistir quando há resistência? Como respeitar a intimidade, reduzir o desconforto e ainda preservar a dignidade? Descubra como pequenos gestos e atenção às preferências podem transformar a higiene em conexão e serenidade.
Debater a ILPI apenas como negócio sem analisar as informações existentes relacionadas aos residentes e compreender suas vidas é negligenciá-los. Este artigo, ancorado em evidências brasileiras, discute por que saúde e assistência precisam caminhar juntas; por que a capacitação e a transparência são imperativos éticos e técnicos; e por que a sociedade deve cobrar resultados mensuráveis das instituições de longa permanência.
Este artigo mostra como a Educação Física pode transformar o cuidado de idosos em grau III de dependência. Por meio de exercícios adaptados, música, jogos e interação com cuidadores e familiares, o movimento se torna terapêutico e humano. Mais que atividade física, é acolhimento, dignidade e esperança, revelando que qualidade de vida é sempre possível.
O trabalho em ILPI envolve altos níveis de estresse, desgaste emocional e risco de burnout. Fatores estruturais, emocionais e individuais exigem atenção. A inteligência emocional e a agilidade emocional ajudam a transformar emoções em ferramentas construtivas. Práticas de resiliência, gentileza, escuta ativa e autocompaixão reduzem a fadiga por compaixão, fortalecem equipes e melhoram o cuidado, promovendo ambientes mais humanos e sustentáveis.
A demência apaga memórias recentes, mas não elimina afetos nem a essência da pessoa. Como acolher além da doença? Este artigo revela histórias reais e estratégias práticas para transformar esquecimento em oportunidade de vínculo, com paciência, empatia e pequenos gestos que preservam dignidade. Descubra como a memória emocional pode abrir caminhos para o cuidado verdadeiro.


