• Quem deve ser o RT em uma ILPI: enfermeiro, médico ou assistente social? A resposta não é simples. Não existe regra única: depende do perfil da instituição e das necessidades dos residentes. O RT garante legalidade, qualidade e segurança, coordenando protocolos, equipe e cuidados, sendo peça-chave para famílias, gestores e fiscalização sanitária.

  • A qualidade do cuidado em ILPI no Brasil envolve equilibrar expectativas de familiares, bem-estar das pessoas idosas e valorização dos colaboradores. Inspirada na filosofia da qualidade total, exige gestão participativa, comunicação e motivação. O desafio está em alinhar qualidade percebida e esperada, buscando excelência como harmonia sustentável entre usuários, profissionais, gestores e recursos disponíveis.

  • A animação social em ILPI vai além de cuidados básicos: promove expressão, vínculos e protagonismo dos idosos. Inspirada no conceito italiano de “colocar a alma em ação”, valoriza memórias, talentos e autonomia. No Brasil, terapeutas e cuidadores atuam nesse campo, transformando rotinas em experiências significativas, fortalecendo autoestima, vínculos e dignidade na velhice.

  • A inserção de pessoas idosas em ILPI exige sensibilidade para preservar vínculos familiares. Os assistentes sociais atuam mediando relações, acolhendo famílias e fortalecendo laços. A rotina institucional pode afetar visitas, mas espaços acolhedores e inclusão de crianças ajudam a romper estigmas. Com cuidado e diálogo, a ILPI torna-se um lugar de vida, afeto e recomeço.

  • Você já olhou nos olhos de quem cuida nas ILPI? Cuidar vai além da técnica: é entrega de coração e alma. Mas quem cuida também sente, também cansa, também precisa ser visto. Por trás de cada uniforme, há uma história, uma pessoa inteira, com sonhos e dores. Hoje, faça o gesto mais simples: olhe nos olhos, diga ‘obrigado(a)’ de verdade. Porque a qualidade do cuidado começa quando a gente vê quem cuida como quem também importa.

  • Comum em quadros neurológicos e demenciais, a agnosia desafia cuidadores, profissionais das ILPI e familiares. A pessoa idosa perde a capacidade de reconhecer o mundo ao redor, gerando medo, frustração e risco. Compreender esse distúrbio invisível é o primeiro passo para um cuidado mais seguro, respeitoso e acolhedor.

  • O artigo aborda a gestão ética, técnica e humana em ILPI, destacando a importância da formação contínua dos gestores, da transparência com famílias e do cuidado qualificado às pessoas idosas. Com metáforas náuticas, defende que cada instituição é um navio cuja travessia só é segura com liderança capacitada, equipe valorizada e compromisso com a dignidade no envelhecer.

  • Entrada em ILPI é estresse profundo, marcando divisor de águas para idosos e famílias. Profissionais devem acolher além de rótulos, reconhecendo separação e desafios emocionais. Competências incluem gestão de limites, supervisão e comunicação clara e eficaz. A instituição precisa de processos transparentes, regras compartilhadas e apoio humano, criando ambiente confiável que facilita adaptação gradual, acolhimento recíproco e reduz conflitos familiares.

  • O artigo aborda a otimização do tempo na assistência de enfermagem em ILPI, destacando estratégias práticas para equilibrar demandas e qualidade do cuidado. Ressalta a importância de planejamento, divisão de tarefas e atenção plena aos idosos. Propõe desacelerar e valorizar relações humanas, visando bem-estar dos residentes e redução do estresse entre os profissionais de saúde

  • Cuidar bem exige valorizar quem cuida. Em ILPI, equipes são o coração do cuidado, mas enfrentam desafios como rotatividade, sobrecarga e falta de apoio. Pequenas ações — como escuta, reconhecimento e liderança presente — fortalecem vínculos e melhoram o ambiente. A Revista Cuidar convida você a compartilhar experiências que inspiram uma gestão mais humana, estratégica e empática.