Imagine um chão ou a parede de salão, normalmente silenciosos, transformando-se em uma tela gigante. Agora, imagine giz colorido desenhando jardins, bicicletas e balanços nesse chão ou na parede. E, no centro de tudo, idosos, com seus cabelos brancos e sorrisos largos, deitados ou apoiados sobre os desenhos, como se estivessem voando, pedalando, vivendo um sonho. Essa cena, que parece tirada de um conto de fadas, aconteceu de verdade, primeiro na Itália e depois, com um toque especial, aqui no Brasil. Esta é a história de como uma ideia simples, cheia de cor e leveza, transformou a vida em lares de idosos, mostrando que a criatividade não tem idade e que a alegria pode florescer em qualquer lugar.
A Semente da Ideia: Uma Viagem à Itália
Tudo começou do outro lado do oceano, com uma pergunta simples feita entre fisioterapeutas e uma educadora em um salão na Itália: “Por que não?”. Elas trabalham em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e estavam cansadas dos estereótipos que pintam a velhice como um tempo de perdas e resignação.
A inspiração surgiu de um projeto pioneiro realizado na Fondazione Beata Cristina de Calvisano (BS, Itália), e divulgado pela nossa parceira a revista CURA. Era uma proposta inédita: usar a Chalk Art (Arte com Giz) – uma forma de expressão artística que costuma ter crianças como protagonistas – para colocar as pessoas idosas no centro das cenas. A ousadia estava justamente em inverter papéis e, com isso, transmitir uma mensagem de leveza, autenticidade e vitalidade em qualquer fase da vida.
Assim nasceu o projeto “Chalk Art na ILPI: Por que não?”. A mágica acontecia em três passos simples e encantadores:
- A Tela: Primeiro, a equipe desenhava cenários coloridos e divertidos em um quadro negro fixado no chão, usando apenas giz. Os traços eram propositalmente simples, como os de uma criança, para evocar a leveza da infância.
- Os Protagonistas: Depois, convidavam os residentes a se deitarem sobre os desenhos, em poses cuidadosamente planejadas para se encaixar na cena, como se estivessem esquiando ou balançando em uma árvore.
- A Ilusão: Por fim, uma foto era tirada de cima. O resultado era uma ilusão de ótica incrível, onde as pessoas idosas pareciam desafiar a gravidade, libertando o corpo da força do tempo e do peso do dia a dia.
Mas essa semente de criatividade não ficou apenas na Itália; ela estava prestes a cruzar o oceano e florescer em solo brasileiro.
A Ideia Cruza o Oceano e Chega ao Brasil
A história do projeto italiano, divulgada pela Revista CUIDAR, viajou o mundo e pousou como um convite nos corações de equipes de lares de idosos por todo o Brasil. Era um desafio: recriar aquela magia, mas com um toque nosso.
Aqui, o projeto ganhou um tema que combinava perfeitamente com sua essência: a Primavera. O simbolismo era poderoso. Assim como a primavera renova a natureza, o projeto buscava renovar o olhar sobre o envelhecimento, mostrando que “cada fase traz novos significados, aprendizagens e formas de existir no mundo”, como poeticamente descreveu a equipe do Lar do Idoso José e Rosalina Koehler. A ideia era mostrar que, tal como as flores, a vida pode florescer em qualquer idade.
Florescendo no Brasil: A Experiência da “Chalk Art Primavera”
A semente italiana germinou em solo brasileiro, e o que se viu foi um espetáculo de colaboração, superação e, acima de tudo, muita alegria.
Nos Bastidores: Preparando a Magia
Antes de as fotos serem tiradas, um verdadeiro “burburinho” de motivação e ansiedade positiva tomou conta das instituições. Equipes se reuniram, ideias surgiram e a preparação começou. Mas, como em toda grande aventura, houve desafios que exigiram criatividade e jogo de cintura.
Uma equipe descobriu que o material comprado era pequeno demais e, sem perder o ânimo, customizou uma capa de couro preta para criar a tela perfeita. Em outra instituição, a equipe montou todo o cenário para só então perceber que o teto era baixo demais para a fotografia. Foi preciso desmontar tudo e encontrar um novo lugar, adaptando a iluminação às pressas. O maior desafio, porém, era o mais humano: convencer os idosos a deitarem no chão, uma proposta tão inusitada que exigiu carinho, paciência e muita conversa.
Cada obstáculo foi superado com um incrível espírito de equipe. Fisioterapeutas, cuidadores, artistas, gestores, fotógrafos e terapeutas ocupacionais uniram seus talentos, provando que a magia era construída a várias mãos.
O Convite: Medo, Curiosidade e Risadas
Quando chegou a hora de convidar os residentes, as reações foram as mais diversas. No início, surgiram olhares de surpresa e até um certo “medo de ir para o chão”. Mas, aos poucos, a curiosidade venceu a hesitação. O clima de brincadeira tomou conta, e o que era estranhamento se transformou em gargalhadas.
Muitos se sentiram como se estivessem “se embelezando para uma sessão de fotos”, participando da escolha das poses e dos acessórios. A atividade quebrou a rotina de forma tão divertida que gerou momentos inesquecíveis.
“Para pessoas idosas com deficiência visual e auditiva, a proposta ganha ainda mais relevância: o contraste das cores, a textura do giz, os movimentos criados em conjunto e a interpretação das imagens podem ser experimentados de forma sensorial e inclusiva, possibilitando participação ativa”, relatou Marcia Kurz.
Uma das histórias mais tocantes veio da Sra. Salete, que é deficiente visual.
“Teve um momento que a fotógrafa chamou a Sra. Salete que é deficiente visual e disse: deixa eu te mostrar a foto (maravilhada pelo momento), e ela sorrindo disse: eu não posso ver…e assim todos caíram na risada, inclusive a Sra. Salete.”
A beleza do projeto estava em sua capacidade de incluir a todos. A Sra. Dejanir Padilha da Rosa, que é pessoa surda, participou ativamente. Até mesmo quem não pôde ou não quis deitar no chão se envolveu, ajudando nos desenhos ou apenas prestigiando os colegas, e o painel foi inserido na parede para que pudessem participar também, reforçando o sentimento de comunidade.
A psicóloga Elizete Maciel, sobre o Chalk arte, disse que: “As atividades realizadas com pessoas idosas, geram impactos psicológicos positivos, relacionado com melhoras significativas da memória, atenção, autoestima e sensação de integração. Nos cuidadores (formais ou informais), favorecem na medida de sua conscientização uma redução do estresse, ganho na satisfação pessoal e aprendizagem de um cuidado diferenciando, como forma de CUIDAR. Em ambos os casos, se torna evidente a promoção no engajamento e vínculos sociais”
O Resultado: Mais que uma Foto, uma Redescoberta
O momento mais emocionante era quando as fotos ficavam prontas. Ao se verem nas telas, voando, surfando ou andando de bicicleta, a reação dos idosos era de puro encantamento. Rostos se iluminavam com orgulho e alegria. Em uma das casas, dois moradores ficaram tão emocionados que pediram para que as fotos fossem impressas ou enviadas por WhatsApp, para que pudessem guardar ou emoldurar.
Eles se sentiram vistos, valorizados e protagonistas. Um residente, ao ver sua foto, exclamou, maravilhado, como podia parecer que ele estava mesmo andando de bicicleta. Ao verem as imagens da primavera, outros recordaram “o cheiro das flores, passarinhos cantando, revivendo memórias”. O projeto trouxe um brilho especial para a autoestima e o humor de todos.
As fotos eram lindas, mas o que realmente importava era o sentimento que brotou no coração de cada um.

O Verdadeiro Significado em Uma Só Palavra
Quando as equipes foram convidadas a resumir a experiência em uma única palavra, suas escolhas revelaram a profundidade do que foi vivido. O projeto foi muito mais do que giz e fotos; foi uma oportunidade de redescoberta:
- Conexão:Porque uniu residentes e equipe em um momento de partilha, criatividade e sorrisos, fortalecendo os laços que os unem todos os dias.
- Inclusão:Porque mostrou que todos podem florescer, como a Sra. Salete e o Sra. Dejanir, provando que, com adaptação e carinho, não há limitações para a arte e a participação.
- Encantamento:Palavra escolhida pela equipe da Associação Beneficente São Francisco de Assis, porque a simplicidade do giz e a criatividade coletiva geraram momentos de pura magia, transformando o chão comum em um palco de sonhos.
- Realização:Porque provou que é possível criar algo belo e significativo com união e propósito, superando desafios como tetos baixos e materiais pequenos.
- Sinergia:Porque o trabalho em equipe tornou a experiência mais rica, segura e divertida, com cada profissional contribuindo com seu saber e seu carinho.
Uma Lição Colorida sobre a Vida
O projeto Chalk Art Primavera – florescendo em qualquer idade deixou uma lição colorida e poderosa: a beleza pode ser encontrada nos lugares mais simples, e a alegria não tem data de validade. As fotos que nasceram no chão e nas paredes dos lares de idosos são mais do que belas imagens; são um manifesto. Elas nos dizem que, assim como a natureza, a vida pode florescer em qualquer idade. Basta um pouco de coragem para ousar, criatividade para transformar e, acima de tudo, um olhar atento para enxergar a primavera que existe dentro de cada pessoa.
ILPI em Destaque: Relatos de Alegria, Sinergia e Protagonismo
As ILPI brasileiras relataram uma jornada cheia de emoção, desafios superados e resultados surpreendentes. A seguir, destacamos as motivações e os pontos mais fortes que definiram a experiência de cada instituição:
- Lar do Idoso José e Rosalina Koehler (RS)
Motivação e Propósito: A ILPI foi impulsionada a participar por ser algo inovador e diferente, buscando uma divulgação leve, colorida e cheia de vida que despertasse a curiosidade para a instituição. A atividade foi pensada para favorecer a expressão e a visibilidade, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva de forma sensorial e inclusiva.
Ponto Forte: O humor e o resgate de memórias. Os residentes ficaram felizes, revivendo lembranças de flores e cheiros da primavera. Um momento marcante foi a gargalhada coletiva quando a fotógrafa, esquecendo-se momentaneamente, tentou mostrar a foto para a Sra. Salete, residente deficiente visual.
Palavra-Chave: Conexão.
- Casa de Amparo Santo Antônio(RJ)
Motivação e Propósito: O desejo de levar novidades e alegrias aos residentes foi o principal motor da participação. A expectativa inicial foi superada pela surpresa de ver as idosas querendo participar da produção dos desenhos.
Ponto Forte: O engajamento espontâneo na criação. O inesperado foi ver as idosas querendo desenhar, e algumas foram para o chão para ajudar na confecção dos traços. Apesar do medo de algumas de irem para o chão (sendo fotografadas em pé, em respeito à autonomia), a alegria de ver o resultado nas telas foi maravilhoso. O projeto reforçou os laços já existentes na equipe.
Palavra-Chave: Conscientização. O projeto levou a equipe a refletir sobre o quão capazes são de realizar atividades leves e divertidas, transformando a rotina.
- Lar Dona Paula da SSVP (MG)
Motivação e Propósito: A ILPI aderiu por ser uma atividade bem diferente das habitualmente realizadas.
Ponto Forte: Resiliência e alegria. Mesmo enfrentando o desafio de o material adquirido ser menor do que o esperado (o que exigiu a customização de uma capa de couro preta), a moradora Mª José Patrício “ficou muito feliz de estar participando, ria muito”.
Palavra-Chave: Gratificante.
- Residencial Jardim do Lírio (SP)
Motivação e Propósito: A participação se deu por se tratar de algo inédito. A equipe inicialmente achou que seria “impossível de ser realizado”, mas se surpreendeu com a resposta.
Ponto Forte: O protagonismo e a diversão. Houve um forte engajamento dos idosos na produção e troca de roupas. Os residentes “brincaram, riram muito” e se referiram a si mesmos como “artistas”. O trabalho em equipe foi descrito como um momento “Incrível, momento de troca, união”.
Palavra-Chave: Inclusão.
- Associação Beneficente São Francisco de Assis – Abrigo Cônego Sebastião Arruda Vieira Mendes (MG)
Motivação e Propósito: O objetivo era trazer reconhecimento para a instituição e destacar o trabalho cuidadoso e dedicado da equipe, além de promover bem-estar e fortalecer vínculos.
Ponto Forte: O encantamento e o trabalho colaborativo. O convite para deitar no chão gerou risadas e descontração. A reação final dos residentes foi de “encantamento, orgulho e alegria”, com um notável brilho na autoestima e no humor. A colaboração entre a fisioterapeuta (responsável pelos traços com giz) e a assistente social (registro fotográfico) foi um destaque, criando uma parceria significativa.
Palavra-Chave: Encantamento.
- Terça da Serra Curitiba – Batel (PR)
Motivação e Propósito: A ILPI buscava criar um diferencial significativo na rotina, marcando a mudança de estação (localização temporal) e reforçando o protagonismo da pessoa idosa.
Ponto Forte: O desenvolvimento da autonomia e o trabalho transdisciplinar. O desafio de adaptar o cenário para que pudesse ser realizado também na posição sentada garantiu a participação de todos. As moradoras se surpreenderam positivamente ao reconhecerem suas habilidades residuais na pintura. O trabalho em equipe evoluiu do multidisciplinar para o transdisciplinar, integrando saberes de forma centrada no idoso. O projeto afirma que “em todas as fases da vida é possível florescer, reinventar-se e cultivar novas experiências”.
Palavra-Chave: Encantar.
- Socorro aos Necessitados – Lar dos Idosos Recanto Tarumã (PR)
Motivação e Propósito: Engajar os moradores em algo diferenciado, lúdico e expressivo, alinhado ao Plano Terapêutico Singular (PTS) para estimulação.
Ponto Forte: Superação de desafios logísticos e momentos de emoção autêntica. Houve desafios de infraestrutura (altura do teto, iluminação com sensores) que exigiram a mudança de local do cenário. Um ponto alto foi o engajamento espontâneo de um morador que ficou “surfando no ar”. O impacto emocional foi claro: moradores se emocionaram ao ver as fotos, pedindo que fossem impressas, e um deles se surpreendeu ao ver que parecia que estava “andando de bicicleta mesmo”.
Palavra-Chave: Sinergia. A integração da equipe multidisciplinar, que já tem o hábito de trabalhar em conjunto, foi essencial.
- Recanto Cuidare (MG)
Motivação e Propósito: Proporcionar um momento com memórias afetivas para os residentes e agregar valor ao trabalho da revista.
Ponto Forte: O valor da experiência para idosos com comprometimento cognitivo. Mesmo aqueles com comprometimento cognitivo ficaram curiosos no momento em que viram as imagens desenhadas. A presença e cuidado da fisioterapeuta foi de “extrema importância” para a realização, superando as limitações da idade.
Palavra-Chave: Realização. O projeto representa a realização de um propósito de conscientizar sobre o cuidado, a inclusão da pessoa idosa e a valorização do trabalho da ILPI.
Créditos:
Direção e coordenação: Revista Cuidar, por Aline Salla.
ILPI, equipes e residentes participantes:
| 1- ILPI | Lar do Idoso José e Rosalina Koehler |
| Estado | RS |
| Profissionais | Marcia Liliane Barboza Kurz (Assistente Social Gerontóloga), Suane Dallanora (Diretora da Instituição), Sonia Petry Vieira (Professora Artes), Janaina Schiemer (Fotógrafa) |
| Residentes | Nelvi Dahmer (83 anos), Dejanir Padilha da Rosa (67 anos, pessoa surda), Salete Fritsch (70 anos, deficiente visual), Dorival Beckman (79 anos), Percília Jandira Ortiz (89 anos) |
| 2. ILPI | Casa de Amparo Santo Antonio SS LTDA |
| Estado | RJ |
| Profissionais | Arteterapeuta Simone Sampaio e Melo de Miranda (convidada), Musicoterapeuta Patrícia Raquel de Mattos (gestora), Psicóloga Allana de Souza Bomfim Santos de Almeida, Fisioterapeuta Luciano Cordeiro Mattos, Cuidadora de idosos Veronica Benites Pereira, Técnica de enfermagem Francisca Eliana Rodrigues de Mattos, Fotógrafa Sheila Pollyana Santos Lins (convidada) |
| Residentes | Lastenia Nair Gerl Martins Costa (96 anos), Maria Augusta do Vale (103 anos), Lucia Maria Muniz Ramineli (79 anos), Vera Lucia de oliveira Norden (81 anos), Dilma de Aguiar Vargas (90 anos), Elizabeth Emilia Leite Maillo (72 anos), Alba Valeria Pereira Barone (63 anos) |
| 3. ILPI | Lar Dona Paula da SSVP |
| Estado | MG |
| Profissionais | Magda d’Ávila Nunes (Assistente Social), Mª Angélica Ribeiro (Educadora de Artes), Andreza Moreira de Oliveira e Lorraine Gabrielle de Paula Andrade (Cuidadoras), Solange de Fátima Brandão (Fotógrafa), Salin Ferreira de Sá (professor de Arte e Artista), Miriã Quirino – Enfermeira/RT |
| Residentes | Maria José Patrício (72 anos), Maria Rosa de Souza Figueiredo (70 anos), Mª Geralda Anastácio Vianna (78 anos), Nanci Delbouxi da Silva (78 anos), Enilce Lanza (90 anos), Nerina Alves do Nascimento (85 anos) |
| 4. ILPI | Residencial Jardim do Lírio |
| Estado | SP |
| Profissionais | Rosane Sangaleti da Silva (Enfermeira/ Responsável técnica), José Fernandes da Silva Júnior (empresário / fotógrafo), Marcela Oliveira Mendes dos Santos (Terapeuta Ocupacional), Alessandra da Costa Guerra Rodrigues (Fisioterapeuta) |
| Residentes | Dirce Garcia Kaneko (90 anos), Odete Oliveira (76 anos), Juracy Silva (88 anos), Marlene Aparecida Maioline Brizola (83 anos) |
| 5. ILPI | Associação Beneficente São Francisco de Assis – Abrigo Cônego Sebastião Arruda Vieira Mendes |
| Estado | MG |
| Profissionais | Gabriela Gomes (Fisioterapeuta), Natália Fernandes (Assistente Social) |
| Residentes | Ana Maria Dolavale (45 anos), João Batista Rosário (69 anos), Celson Ovídio Lessa (67 anos), Hilda de Almeida (75 anos), Maria José Valentim (70 anos), Neuza Aparecida Ferreira (64 anos), Valdemar José de Brito (77 anos) |
| 6. ILPI | Terça da Serra Curitiba – Batel |
| PR | |
| Profissionais | Raimunda Carmen de Lima Alves (Gestora), Anna Letícia Alves de Carvalho Lima (Gestora), Flávio de Carvalho Lima (Gestor), Amanda Oliveira Brissi (Terapeuta Ocupacional), Raissa Silvério dos Santos (Terapeuta Ocupacional), Kátia Maria Boni (Enfermeira), Vanessa Carvalho (Técnica de enfermagem), Ana Paula Soares (Técnica de enfermagem) |
| Residentes | Ivete Terezinha Cavasso, Marlene Terezinha de Araújo Severo, Rubens Fressato, Sônia Tui Line. |
| 7. ILPI | Socorro aos Necessitados – Lar dos Idosos Recanto Tarumã |
| Estado | PR |
| Profissionais | Amanda Oliveira Brissi (Terapeuta Ocupacional), Fernanda Cury Martins Teigao (Fisioterapeuta), Christine Trombini Griesbach Cordoni (Psicóloga), Vítor Cunha Wanderley Grochocki (Musicoterapeuta), Lucas Requene (Marketing), Estagiárias de Terapia Ocupacional: Najla Caroline Asmham Nunes; Gabriely de Paula da Silva; Sara Michelon; Suelen Rangel |
| Residentes | Ivaldo Paulo, Gilberto Oliveira, Nivaldo Mariucci, Antônio Stascovian, Orlando de Sousa, Edson Lemes. |
| 8 – ILPI | Recanto Cuidare |
| Estado | MG |
| Profissionais | Diretoria Franciene Rodrigues, Fisioterapeuta Jessica Oliveira, Cuidadoras Rônia, Danielly e Pãmela |
| Residentes | Rosa Pacheco da Silva Rishi (78 anos), Zilma Josefina da Silva (88 anos), Ronaldo Vasconcelos (74 anos), Erilda Celma Pimenta (67 anos), Elizabete Maria Da Silva (76 anos), Jacyra Jorge Almeida (85 anos), Jairo Antônio de Paula (95 anos), Maria Pompeia Pereira (73 anos), Olavo De Freitas Mourão (65 anos), Odilon Nogueira de Souza (87 anos) |
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2 Comments
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Muito legal . Os idosos em fotos interagindo , Dilma muito fofa sentada parecia que estava em um balanço, Verinha ,Maria Augusta .ficaram lindas demais as fotos .
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Ficaram lindas todas as fotos , vocês estão de parabéns..






Muito legal . Os idosos em fotos interagindo , Dilma muito fofa sentada parecia que estava em um balanço, Verinha ,Maria Augusta .ficaram lindas demais as fotos .
Ficaram lindas todas as fotos , vocês estão de parabéns..