• No Dia das Crianças, a Revista Cuidar enfatiza que pessoas idosas não são crianças e têm direito à afetividade e sexualidade. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), destaca a importância de romper tabus, inclusive dentro das ILPI, combater o idadismo e promover vínculos saudáveis que reforcem autonomia, dignidade e qualidade de vida.

  • Idosos voando, pedalando e sorrindo em desenhos de giz: o projeto “Chalk Art Primavera” transformou lares de idosos em verdadeiras telas vivas de alegria! Inspirado na Itália, o movimento floresceu no Brasil, unindo criatividade, inclusão e emoção. Participaram idosos entre 63 e 103 anos, provando que a arte e o encantamento não têm idade e que as ILPI também são espaços vibrantes de vida, cuidado e expressão.

  • Transformar ILPI em lares exige equilibrar padronização e personalização. Pequenos gestos — como permitir objetos pessoais e respeitar escolhas — ajudam a recriar um espaço seguro e significativo. Ao incentivar a sensação de pertencimento, é possível converter ambientes institucionais em novos lares, preservando identidades e promovendo bem-estar. Qual seria o meio‑termo possível entre um local feito “em série” e uma casa?