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Parar para refletir sobre as Instituições de Longa Permanência para Idosos é, inevitavelmente, olhar para o espelho do nosso próprio futuro. É confrontar uma realidade que muitos preferem ignorar: todos nós, se tivermos a sorte de viver o suficiente, envelheceremos. E esse envelhecimento pode vir acompanhado de desafios que não conseguiremos enfrentar sozinhos – limitações financeiras, condições de saúde que demandam cuidados especializados, ou a ausência de uma rede de apoio familiar capaz de nos sustentar.

Chegou o momento de abordarmos este tema sem rodeios e sem o peso do preconceito. As ILPI não são sinônimo de abandono, rejeição ou fracasso familiar. São, na verdade, uma alternativa legítima e necessária para garantir dignidade, segurança e qualidade de vida na velhice. E quanto mais cedo compreendermos isso como sociedade, melhor preparados estaremos para o tsunami demográfico que se aproxima.

A Transformação Silenciosa das Famílias Brasileiras

Durante décadas, a família brasileira operou como a principal – e muitas vezes única – rede de proteção para seus idosos. Esse modelo tradicional, no entanto, está desmoronando diante de nossos olhos, e poucos parecem dispostos a reconhecer o óbvio.

As famílias contemporâneas são menores, mais dispersas geograficamente e profundamente diferentes daquelas de gerações passadas. O número médio de filhos por mulher caiu drasticamente nas últimas décadas, reduzindo a possibilidade de distribuir o peso do cuidado entre vários membros. Além disso, a configuração familiar mudou: aumentaram os divórcios, as famílias monoparentais, os recasamentos e as uniões sem filhos.

Paralelamente, a inserção massiva das mulheres no mercado de trabalho transformou radicalmente a dinâmica do cuidado doméstico. Aquela figura tradicional – a filha que permanecia solteira, viúva ou simplesmente disponível para assumir o papel de cuidadora principal praticamente desapareceu. E é importante dizer: essa mudança é positiva e irreversível. As mulheres conquistaram autonomia, carreiras e projetos de vida próprios. Não há como e nem por que voltar atrás.

O problema é que essa transformação social não veio acompanhada de alternativas estruturadas para preencher a lacuna deixada no cuidado aos idosos. Esperava-se que o Estado assumisse parte dessa responsabilidade, mas o que vimos foi uma resposta tímida, fragmentada e, em muitos aspectos, negligente.

Associação Cuidadosa

A Longa Espera pela Profissionalização do Cuidado

Um dos capítulos mais frustrantes dessa história foi o veto integral, em 2019, ao projeto de lei que regulamentaria a profissão de cuidador de idosos. A justificativa oficial alegou que a lei imporia requisitos excessivos para o exercício da profissão – um argumento que revelou, na melhor das hipóteses, uma incompreensão profunda sobre a complexidade do cuidado gerontológico.

Por anos, o resultado prático desse veto foi devastador. O cuidado de pessoas idosas, muitas delas com múltiplas comorbidades, limitações cognitivas e dependência para atividades básicas, permaneceu entregue a uma força de trabalho amplamente informal, sem formação padronizada, sem direitos trabalhistas assegurados e sem fiscalização adequada.

Há, contudo, uma luz no fim do túnel. Em julho de 2025, a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou um novo projeto que regulamenta a profissão de cuidador de idosos.

O projeto ainda precisa passar pelas Comissões de Saúde e de Constituição e Justiça antes de ser votado no plenário da Câmara e, posteriormente, no Senado. Ou seja, ainda há um longo caminho pela frente. E enquanto a regulamentação não se concretiza, milhares de cuidadores seguem trabalhando na informalidade, sem o reconhecimento e a proteção que merecem.

Porque a verdade é esta: compaixão e boa vontade, por si só, não ensinam técnicas corretas de transferência postural, administração de medicamentos, identificação de sinais de alerta ou manejo de comportamentos desafiadores em quadros demenciais. A profissionalização do cuidado não é apenas uma questão de direitos trabalhistas – é uma questão de qualidade, segurança e dignidade para quem cuida e para quem é cuidado.

Desmistificando as ILPI: Instituição, Não Depósito

A confusão conceitual em torno das ILPI é sintomática de um problema maior: a sociedade brasileira ainda não sabe exatamente o que essas instituições são ou deveriam ser. Para alguns, são casas de caridade para idosos pobres. Para outros, hospitais disfarçados. Para muitos, ainda, são lugares sombrios onde se “depositam” velhos inconvenientes.

Essa visão distorcida é reforçada pelo uso persistente do termo “asilo”, uma palavra carregada de conotações negativas que remetem a um passado de institucionalização excludente e desumanizadora. O vocabulário gerontológico contemporâneo vem tentando erradicar esse termo precisamente por seu caráter estigmatizante.

A definição legal é cristalina: ILPI são instituições destinadas à moradia coletiva de pessoas com 60 anos ou mais, com ou sem suporte familiar, cujo objetivo primordial é preservar a liberdade, dignidade e cidadania dos residentes, mantendo, sempre que possível, seus vínculos familiares e comunitários.

Segundo o Estatuto do Idoso, essas instituições prestam um serviço e devem, obrigatoriamente, firmar contrato formal com o residente ou seu representante legal. Podem ser governamentais ou privadas, com ou sem fins lucrativos. O que surpreende e denuncia a omissão estatal, é que mais de 90% das ILPI brasileiras são de iniciativa privada, com predominância das entidades filantrópicas. Em alguns estados, simplesmente não existem ILPI públicas.

O Financiamento Precário e a Omissão Estrutural

Nesse cenário onde o Estado se ausenta da execução direta do serviço, seu papel tem se limitado, na prática, à regulamentação e fiscalização e mesmo nesses aspectos, de forma frequentemente deficiente.

As instituições filantrópicas podem cobrar até 70% de qualquer benefício previdenciário ou assistencial recebido pelo idoso para custear sua permanência. Os 30% restantes devem ser mantidos em conta individual para uso pessoal do residente. Para muitos idosos que recebem apenas um salário mínimo, isso significa que a instituição dispõe de cerca de R$ 980 mensais para cobrir alimentação, higiene, medicamentos, equipe de cuidados, infraestrutura e todos os demais custos operacionais. É matematicamente insuficiente.

O resultado é previsível: instituições operando no limite da viabilidade financeira, com equipes reduzidas, infraestrutura precária e constante risco de fechamento. Muitas sobrevivem graças ao trabalho voluntário, doações pontuais e ao esforço hercúleo de gestores que fazem malabarismos financeiros para manter as portas abertas.

O Fardo Invisível: Gestores e Profissionais Entre a Missão e o Esgotamento

Por trás de diversas ILPI que mantém suas portas abertas, há gestores e profissionais travando batalhas diárias que o público raramente vê ou compreende. São pessoas que chegam às suas instituições pela manhã sem saber se conseguirão recursos suficientes para o mês seguinte. Que precisam escolher entre contratar mais um cuidador ou consertar o telhado que goteja. Que passam noites em claro calculando como pagar os salários da equipe enquanto aguardam repasses que nunca chegam ou doações que não se concretizam.

Esses profissionais carregam um peso que vai muito além das responsabilidades técnicas e administrativas. Eles sentem na pele a frustração de saber exatamente o que seus residentes precisam, por exemplo um fisioterapeuta que atenda com mais frequência, equipamentos adequados para banho adaptado, atividades terapêuticas diversificadas, mas não tem recursos para oferecer. Convivem diariamente com o dilema ético de fazer o melhor possível com o pouco que têm, sabendo que “o possível” está longe de ser o ideal.

A ausência de políticas públicas efetivas não é apenas uma falha administrativa abstrata. Ela se materializa no rosto cansado da coordenadora que precisa explicar a uma família por que não pode aceitar mais um idoso, mesmo sabendo que ele não tem para onde ir. Na exaustão do cuidador que trabalha em turnos dobrados porque não há equipe suficiente. Na angústia do gestor que fecha as contas do mês no vermelho pela décima vez consecutiva e se pergunta por quanto tempo mais conseguirá manter aquela casa funcionando.

E o mais doloroso: essas pessoas raramente recebem o reconhecimento que merecem. Pelo contrário, frequentemente enfrentam desconfiança, julgamentos e até acusações infundadas de uma sociedade que prefere culpar as instituições a reconhecer sua própria omissão. Quantas vezes gestores de ILPI são questionados sobre “por que não fazem mais”, quando a pergunta deveria ser “por que estão abandonados fazendo sozinhos”?

A população, de modo geral, só se lembra das ILPI quando um escândalo vem à tona. E aqui cabe um alerta importante: nem todos os escândalos envolvem instituições clandestinas. Mas também surgem de estabelecimentos legalizados, porém operados por oportunistas sem o menor preparo técnico ou compromisso ético, que enxergam apenas uma oportunidade lucrativa na vulnerabilidade das famílias. Se já enfrentamos esse problema hoje, imagine em 2050, quando a demanda explodir? Sem regulação rigorosa, fiscalização efetiva e investimento em qualificação profissional, corremos o risco de transformar o cuidado ao idoso em uma indústria predatória.

Enquanto isso, as boas instituições, aquelas que funcionam apesar de tudo permanecem invisíveis, lutando silenciosamente sem o apoio público, sem investimento governamental consistente, sem sequer o reconhecimento social de que estão prestando um serviço essencial.

Muitos desses profissionais escolheram esse caminho por vocação, por acreditar que cada pessoa idosa merece viver com dignidade. Mas vocação não paga contas. Não contrata funcionários. Não compra medicamentos. E não deveria ser o único sustentáculo de um sistema que, por direito, deveria contar com suporte robusto do Estado e engajamento ativo da sociedade.

O esgotamento é real e crescente. Gestores e profissionais de ILPI estão cansados de nadar contra a corrente, de ter que justificar sua existência, de mendigar por recursos básicos, de serem tratados como problema em vez de solução. E quando essas pessoas desistem e, infelizmente muitas têm desistido, quem perde são as pessoas idosas que dependem desses serviços.

Enquanto isso, o poder público limita sua atuação a inspeções sanitárias baseadas em normativas muitas vezes anacrônicas e inadequadas à realidade das instituições, utilizando a mesma régua em um país tão desigual. O que falta é o essencial: integração efetiva das ILPI às redes de atenção à saúde, garantindo acesso regular a equipes de atenção primária, especialidades médicas, reabilitação e saúde mental.

Na prática, muitas instituições funcionam como ilhas isoladas do sistema público de saúde, dependendo de iniciativas próprias para garantir atendimento médico aos residentes. Quando conseguem, pagam do próprio bolso ou dependem da boa vontade de profissionais voluntários.

A Demanda Explosiva e a Oferta Insuficiente

Os números são alarmantes e amplamente conhecidos por especialistas: seria necessário, no mínimo, triplicar o número atual de vagas em ILPI para atender à demanda social existente hoje. E essa demanda só tende a crescer exponencialmente nas próximas décadas.

O Brasil está envelhecendo rapidamente. Projeções indicam que, até 2050, cerca de 30% da população brasileira terá mais de 60 anos. São milhões de pessoas que, em algum momento, podem necessitar de cuidados institucionais. A pergunta não é se haverá demanda suficiente, mas se haverá estrutura para atendê-la.

Agrava a situação a falta de critérios unificados e transparentes para admissão nas instituições existentes. Cada uma estabelece seus próprios parâmetros, gerando desorientação, longas filas de espera e, frequentemente, decisões baseadas mais na capacidade de pagamento do que na real necessidade do idoso.

Os Invisíveis: Idosos com Demência e Alta Dependência

Se a situação geral é preocupante, há um segmento específico que enfrenta uma crise dentro da crise: os idosos com demência e alto grau de dependência.

Estima-se que existam atualmente mais de 1,2 milhão de pessoas vivendo com algum tipo de demência no Brasil, a maioria delas idosos. Essas pessoas frequentemente necessitam de cuidados especializados, contínuos e tecnicamente complexos. São pacientes que apresentam alterações comportamentais, desorientação, risco de quedas, dificuldade para alimentação e necessidade de supervisão constante.

Paradoxalmente, esses são precisamente os idosos que mais frequentemente têm seu ingresso negado pelas ILPI. A justificativa é sempre a mesma: falta de estrutura adequada, ausência de equipe capacitada, custos operacionais elevados. Em outras palavras, aqueles que mais precisam são sistematicamente excluídos.

As chamadas instituições de dependência Grau 3 preparadas para atender idosos com alta dependência funcional e cognitiva são raríssimas no Brasil. As poucas que existem são predominantemente privadas, com mensalidades que podem ultrapassar R$ 10 mil, tornando-as acessíveis apenas a uma pequena parcela da população.

Para as famílias de baixa e média renda com um idoso dependente, as opções são dramaticamente limitadas: cuidar em casa, muitas vezes sem preparo ou condições adequadas, ou peregrinar entre instituições que sistematicamente recusam a admissão.

Construindo um Futuro de Dignidade: Três Pilares Fundamentais

Transformar esse cenário exige ação em múltiplas frentes, mas três pilares se destacam como absolutamente urgentes:

Educação e Conscientização Social

É fundamental que a sociedade brasileira amadureça sua compreensão sobre as ILPI. Enquanto forem vistas como “última opção” ou sinônimo de abandono, jamais funcionarão adequadamente. Precisamos normalizar o abrigamento institucional como uma escolha legítima, informada e digna.

Isso significa conversar abertamente sobre envelhecimento em famílias, escolas, universidades e espaços públicos. Significa mostrar que escolher uma ILPI pode ser um ato de responsabilidade e amor, garantir que um ente querido receba cuidados profissionais, estruturados e contínuos que a família, por melhores que sejam suas intenções, pode não conseguir oferecer em casa.

E aqui reside um ponto crucial: precisamos urgentemente acabar com os julgamentos que recaem sobre famílias que optam por uma ILPI. Muitas vezes, essa escolha não representa incapacidade de cuidar, mas justamente o oposto – a consciência de que o idoso necessita de cuidados especializados, supervisão 24 horas, estímulos terapêuticos e convivência social que o ambiente doméstico não consegue proporcionar adequadamente.

As famílias também precisam de suporte, não de culpa. Uma filha que trabalha, tem seus próprios filhos e tenta cuidar sozinha de um pai com Alzheimer não é uma heroína – é alguém caminhando rapidamente para o adoecimento físico e emocional. Reconhecer limites e buscar ajuda profissional é sinal de maturidade e cuidado, não de abandono. A ILPI, quando bem escolhida, pode ser a melhor oportunidade de cuidado qualificado, seguro e digno tanto para o idoso quanto para a preservação dos vínculos familiares saudáveis, que não sejam marcados por exaustão, culpa e ressentimento.

Expansão e Qualificação da Rede de Serviços

Não basta aumentar o número de vagas; é preciso melhorar, de forma equitativa, a qualidade dos serviços oferecidos. Isso requer investimento público consistente, políticas de fomento para instituições filantrópicas, regulamentação profissional adequada e integração efetiva com o sistema de saúde.

As ILPI precisam ser espaços de cuidado integral, com equipes multidisciplinares, atividades terapêuticas, estímulo cognitivo e social, e atenção individualizada às necessidades de cada residente.

Atuação Executora do Poder Público

O Estado não pode continuar se limitando a regulamentar e fiscalizar. Precisa assumir seu papel de executor, criando e mantendo instituições públicas de qualidade, especialmente voltadas para idosos em vulnerabilidade social e aqueles com maior grau de dependência.

Além disso, é fundamental que o poder público fortaleça e apoie as instituições que já existem, muitas delas filantrópicas, que hoje sustentam o sistema praticamente sozinhas. Esse apoio deve vir na forma de financiamento regular, capacitação profissional e integração efetiva com as redes de saúde e assistência social.

É inadmissível que, em pleno século XXI, estados brasileiros inteiros não possuam uma única ILPI pública. É inaceitável que idosos com demência sejam sistematicamente excluídos dos serviços existentes. É insustentável manter um sistema que depende da caridade e do voluntarismo para funcionar.

O Futuro Bate à Porta

Este não é um problema distante ou abstrato. É uma realidade que já afeta milhões de famílias brasileiras e que tocará, direta ou indiretamente, a vida de cada um de nós.

Talvez você seja o filho ou filha que, em algum momento, precisará tomar decisões difíceis sobre o cuidado de seus pais. Talvez você seja o cônjuge que enfrentará a impossibilidade de continuar provendo sozinho os cuidados necessários ao seu companheiro de décadas. Ou talvez você seja a própria pessoa idosa que, com lucidez e autonomia, precisará escolher onde e como deseja viver seus últimos anos.

Quando esse momento chegar, que tipo de opções estarão disponíveis? Instituições dignas, bem equipadas, com profissionais capacitados e integradas ao sistema de saúde? Ou o mesmo panorama precário de hoje, onde o acesso a cuidados de qualidade é privilégio de poucos? E, considerando gestores e equipes já esgotados, até quando conseguirão aguentar?

A resposta a essa pergunta está sendo construída agora, pelas escolhas que fazemos ou deixamos de fazer como sociedade. Podemos continuar fingindo que o problema não existe, empurrando a responsabilidade para as famílias e para o terceiro setor. Ou podemos assumir, coletivamente, que o envelhecimento digno é um direito de todos e que garantir esse direito exige estruturas adequadas, investimento público e, sobretudo, uma mudança profunda em nossa forma de pensar e falar sobre a velhice.

As ILPI são parte necessária dessa estrutura. Não são depósitos de pessoas descartadas, mas lares onde pessoas vivem suas vidas com a dignidade e o cuidado que merecem. Quanto antes reconhecermos isso, melhor estaremos preparados para o futuro que, inexoravelmente, já começou.

About the Author: Aline Salla

Fundadora e Diretora editorial da Revista Cuidar. Coordenadora de Comunicação e membro fundadora da Frente nacional de fortalecimento às ILPI, MBA em Comunicação e Marketing, Gestão de Tecnologia da Informação, Certificado de aluna especial, em: Análise de Dados científicos em gerontologia - USP Each, Inovação na Longevidade: Gerontecnologia - UNIFESP, Curso avançado em Gerontologia - SBGG, Cursos complementares na Itália na área de Digital marketing, comunicação e envelhecimento. Pesquisadora e professora universitária convidada - USP e Ensino Albert Einstein. Palestrante em eventos brasileiros e italianos abordando assuntos relacionados às ILPI, Gerontologia e Gerontecnologia. Membro da SIGG - Sociedade Italiana de Geriatria e Gerontologia.

2 Comments

  1. Rosemeri 26/10/2025 at 12:22 - Reply

    Ótimo

  2. Andreia Muniz 26/10/2025 at 13:57 - Reply

    Achei ótimo de grande aprendiz de respeito as Ilpis.

    Infelizmente ainda as Ilpis não criaram muitas forças para troca de ideias geralmente parece que existe o medo da perseguição pelo.poder público e fechamento dos locais tirando os idosos de convívio já oferecido.
    Ainda a vigilância sanitária conselho do idoso e da assistência social e ministério público prescisa olhar que as vezes não e só sobre estrutura e sim sobre cuidados as casas hoje para adaptar os lares não foi criadas para normativa de estrutura da normativa nos perguntamos para que banheiros em cada quarto e mais custo e mais gasto com profissional as Ilpis filantropica não consegui custear tantos profissionais.
    Acho que a vigilância sanitária tem olhar estrutura sim mais olhar a qualidade de vida de cada idoso onde no vínculo familiar nem se quer as vacinas e medicação está correta aí fecha a instituição a pessoa idosa volta para esse vínculo todo trabalho de qualquer vida perdido ou infelizmente vão pra lares terapêutico que não exerce o mesmo trabalho que as Ilpis fazem se quer conta com profissional pra cuidar dos idosos.Mas infelizmente as famílias coloca pq o idoso não pode permanecer sozinho e eles tem que trabalhar

    Para uma instituição filantropica fazer tudo que a normativa se pede prescisa de prazo coisas que geralmente a vigilância sanitária não se dá falando que as instituições são risco eminente e já dando prazo de 7 dias para fechamento e encerramento das atividades isso prejudica a instituição e os familiares que não consegue vagas em.outras instituição em 7 dias .

    Pouco se o diálogo com esses órgãos.

    Infelizmente

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2 Comments

  1. Rosemeri 26/10/2025 at 12:22 - Reply

    Ótimo

  2. Andreia Muniz 26/10/2025 at 13:57 - Reply

    Achei ótimo de grande aprendiz de respeito as Ilpis.

    Infelizmente ainda as Ilpis não criaram muitas forças para troca de ideias geralmente parece que existe o medo da perseguição pelo.poder público e fechamento dos locais tirando os idosos de convívio já oferecido.
    Ainda a vigilância sanitária conselho do idoso e da assistência social e ministério público prescisa olhar que as vezes não e só sobre estrutura e sim sobre cuidados as casas hoje para adaptar os lares não foi criadas para normativa de estrutura da normativa nos perguntamos para que banheiros em cada quarto e mais custo e mais gasto com profissional as Ilpis filantropica não consegui custear tantos profissionais.
    Acho que a vigilância sanitária tem olhar estrutura sim mais olhar a qualidade de vida de cada idoso onde no vínculo familiar nem se quer as vacinas e medicação está correta aí fecha a instituição a pessoa idosa volta para esse vínculo todo trabalho de qualquer vida perdido ou infelizmente vão pra lares terapêutico que não exerce o mesmo trabalho que as Ilpis fazem se quer conta com profissional pra cuidar dos idosos.Mas infelizmente as famílias coloca pq o idoso não pode permanecer sozinho e eles tem que trabalhar

    Para uma instituição filantropica fazer tudo que a normativa se pede prescisa de prazo coisas que geralmente a vigilância sanitária não se dá falando que as instituições são risco eminente e já dando prazo de 7 dias para fechamento e encerramento das atividades isso prejudica a instituição e os familiares que não consegue vagas em.outras instituição em 7 dias .

    Pouco se o diálogo com esses órgãos.

    Infelizmente

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