• Quando uma pessoa idosa que convive com demência recusa comida, insistir nem sempre ajuda. Acolher emoções, colocar-se no lugar da pessoa, comunicar com clareza e aceitar limites da situação favorecem a relação e aumentam as chances de sucesso. Em ILPI, equilibrar rotina e cuidado individual, compartilhar desafios e manter a empatia é essencial para promover bem-estar e nutrição.

  • Quando a demência atinge os avós, surgem desafios não só para os adultos, mas também para as crianças. Este artigo orienta como explicar a demência de forma sensível e clara, especialmente durante visitas às ILPI, fortalecendo o vínculo afetivo entre gerações e promovendo empatia, respeito e acolhimento nos momentos em família.

  • Quando um idoso diz “quero morrer”, está, muitas vezes, expressando dor, medo ou desejo de ser ouvido. Este artigo convida familiares, cuidadores e toda a equipe multiprofissional a compreender os significados profundos por trás desse pedido e a oferecer, com empatia, o que mais importa no fim da vida: presença, escuta e dignidade.

  • Deixar o lar para entrar na ILPI gera sentimentos de perda, solastalgia e desorientação. Na entrevista com antropólogo Alberto Salza, discutem-se perspectivas para acolher e cuidar de idosos nessa transição: compreender pontos de vista, criar espaços de descompressão, figura profissional intermediária e obra de “remendo” emocional. Propõe-se proempatia, em vez de empatia, para mediar medos e reconstruir vínculos afetivos duradouros.

  • Você sente que a correria do cuidado tira o brilho da sua vocação? Este artigo é um convite a transformar o estresse em energia positiva e redescobrir o propósito por trás de cada gesto. Com estratégias simples e inspiradoras, recupere sua vitalidade, fortaleça sua conexão com os idosos e reencontre a beleza de ser um profissional do cuidado.

  • Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre o uso da contenção em pessoas idosas que convivem com demência, questionando práticas baseadas em estereótipos e defendendo uma nova cultura do envelhecimento. Destaca a importância da formação profissional, do respeito à dignidade e aos direitos dos idosos, e da construção de relações afetivas que valorizem a escuta e a individualidade.

  • O texto reflete sobre o uso comum do termo “vovô/vovó” para se referir a idosos em ILPI, mostrando como essa expressão, embora afetuosa, pode reforçar estereótipos e apagar identidades únicas. A linguagem carinhosa mascara histórias complexas, dores individuais e trajetórias diversas, dificultando relações genuínas e promovendo uma visão simplificada e homogênea da velhice.

  • Entrada em ILPI é estresse profundo, marcando divisor de águas para idosos e famílias. Profissionais devem acolher além de rótulos, reconhecendo separação e desafios emocionais. Competências incluem gestão de limites, supervisão e comunicação clara e eficaz. A instituição precisa de processos transparentes, regras compartilhadas e apoio humano, criando ambiente confiável que facilita adaptação gradual, acolhimento recíproco e reduz conflitos familiares.

  • O artigo aborda a otimização do tempo na assistência de enfermagem em ILPI, destacando estratégias práticas para equilibrar demandas e qualidade do cuidado. Ressalta a importância de planejamento, divisão de tarefas e atenção plena aos idosos. Propõe desacelerar e valorizar relações humanas, visando bem-estar dos residentes e redução do estresse entre os profissionais de saúde

  • Este artigo explora como a alimentação pode promover serenidade, melhorar o sono e reduzir distúrbios de comportamento em pessoas com demência. Com base em evidências científicas, oferece orientações práticas para nutricionistas e cozinheiras em ILPI, destacando alimentos funcionais, combinações estratégicas e cuidados com texturas e horários, transformando cada refeição em um ato de cuidado e bem-estar.