• Transformar ILPI em lares exige equilibrar padronização e personalização. Pequenos gestos — como permitir objetos pessoais e respeitar escolhas — ajudam a recriar um espaço seguro e significativo. Ao incentivar a sensação de pertencimento, é possível converter ambientes institucionais em novos lares, preservando identidades e promovendo bem-estar. Qual seria o meio‑termo possível entre um local feito “em série” e uma casa?

  • Linda é assistente social e recebe, todos os dias, idosos e suas famílias em sua ILPI. Há algum tempo, ela vem observando um fenômeno recorrente: muitos filhos cuidadores familiares tendem, involuntariamente, a se referir a si mesmos como “pais” de seus entes queridos. Por trás dessas palavras, existe um universo de significados e sentimentos que nem sempre percebemos. É nesse universo que a autora nos guia, em busca de uma compreensão mais profunda sobre o cuidador familiar.

  • A socialidade é um direito fundamental, mas muitas vezes negado às pessoas com deficiência cognitiva. O isolamento gerado pela demência pode ser reduzido com pequenas ações: eliminar barreiras físicas, acolher a doença sem vergonha, pedir apoio e valorizar cada indivíduo. Como podemos garantir esse direito na prática? Compartilhe suas experiências e ideias para uma comunidade mais inclusiva!