No Dia das Crianças, a Revista Cuidar enfatiza que pessoas idosas não são crianças e têm direito à afetividade e sexualidade. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), destaca a importância de romper tabus, inclusive dentro das ILPI, combater o idadismo e promover vínculos saudáveis que reforcem autonomia, dignidade e qualidade de vida.
Idosos voando, pedalando e sorrindo em desenhos de giz: o projeto “Chalk Art Primavera” transformou lares de idosos em verdadeiras telas vivas de alegria! Inspirado na Itália, o movimento floresceu no Brasil, unindo criatividade, inclusão e emoção. Participaram idosos entre 63 e 103 anos, provando que a arte e o encantamento não têm idade e que as ILPI também são espaços vibrantes de vida, cuidado e expressão.
Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa reforça a importância do envelhecimento saudável e da longevidade no Brasil. A data foi criada para conscientizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento, destacando a importância de proteger e cuidar da população idosa, garantindo seus direitos e participação plena na sociedade. Seguindo o tema da ONU 2025: “As Pessoas Idosas Impulsionam Ações Locais e Globais: As Nossas Aspirações, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos”, especialistas da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Dr. Leonardo Oliva, Dra. Isabela Trindade, Dra. Simone Pinto e Dra. Cecília Galetti explicam os desafios e caminhos para uma longevidade ativa e plena.
O silêncio pode matar. Entre idosos, especialmente em ILPI, a depressão muitas vezes não grita: ela se esconde em olhares vazios, recusas sutis e despedidas disfarçadas. Cada gesto pode ser um pedido de socorro. Detectar sinais precoces, garantir cuidado integral e valorizar a vida é a fronteira entre o risco invisível e a esperança.
O texto aborda os três tempos gregos dentro da ILPI: Chronos, marcado pela rotina institucional; Kairós, vivido nas experiências subjetivas, como visitas e vínculos de cuidado; e Aion, o tempo eterno das memórias e afetos que permanecem. Defende-se flexibilizar o Chronos, valorizar o Kairós e cultivar o Aion, investindo o tempo com sabedoria, presença e amor.
Este artigo mostra como a Educação Física pode transformar o cuidado de idosos em grau III de dependência. Por meio de exercícios adaptados, música, jogos e interação com cuidadores e familiares, o movimento se torna terapêutico e humano. Mais que atividade física, é acolhimento, dignidade e esperança, revelando que qualidade de vida é sempre possível.
Emilia, 97 anos, mostra que é possível viver em uma ILPI sem perder a própria identidade. Com apoio da equipe e dos sobrinhos, mantém hábitos simples: fisioterapia diária, passeios à feira e participação em atividades. Para ela, cuidado é escuta, respeito e continuidade. Sua história ensina que viver é seguir construindo, com presença e relações significativas.
A demência apaga memórias recentes, mas não elimina afetos nem a essência da pessoa. Como acolher além da doença? Este artigo revela histórias reais e estratégias práticas para transformar esquecimento em oportunidade de vínculo, com paciência, empatia e pequenos gestos que preservam dignidade. Descubra como a memória emocional pode abrir caminhos para o cuidado verdadeiro.
Momentos felizes deixam marcas emocionais duradouras, mesmo quando a memória falha. Com o envelhecimento da população e o crescimento das ILPI, é essencial oferecer cuidado que vá além da assistência clínica, promovendo atividades significativas, dignidade e afeto. Assim, garantimos que cada pessoa idosa viva com prazer, pertencimento e alegria em todas as fases da vida.
Envelhecer em uma ILPI é conviver com a presença constante da morte. Este artigo convida à reflexão sobre como a despedida, embora dolorosa, pode ser uma experiência de conexão, acolhimento e crescimento. Falar sobre a morte, compartilhar o luto e realizar últimos desejos tornam a partida mais serena para quem vai e para quem fica.


