Quando a pessoa idosa que convive com o Alzheimer e outras formas de demência pede comida o tempo todo, nem sempre é fome: muitas vezes é busca por segurança e afeto. Em vez de corrigir ou confrontar, acolha. Respire fundo, converse sobre o que ela gosta e valide seus sentimentos. Isso reduz a ansiedade e fortalece o vínculo de cuidado.
Quando uma pessoa idosa que convive com demência recusa comida, insistir nem sempre ajuda. Acolher emoções, colocar-se no lugar da pessoa, comunicar com clareza e aceitar limites da situação favorecem a relação e aumentam as chances de sucesso. Em ILPI, equilibrar rotina e cuidado individual, compartilhar desafios e manter a empatia é essencial para promover bem-estar e nutrição.
Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre o uso da contenção em pessoas idosas que convivem com demência, questionando práticas baseadas em estereótipos e defendendo uma nova cultura do envelhecimento. Destaca a importância da formação profissional, do respeito à dignidade e aos direitos dos idosos, e da construção de relações afetivas que valorizem a escuta e a individualidade.
Este artigo explora o estigma que envolve o Alzheimer, mostrando como ele afeta a dignidade, as relações e o bem-estar de quem vive com demência. Reflete sobre as causas do preconceito e suas consequências, e propõe caminhos para superá-lo por meio da informação, empatia, apoio familiar e social, valorizando as capacidades preservadas e promovendo uma cultura de cuidado e respeito.
O artigo revela a consciência e os medos de quem vive com demência, estimulando a escuta ativa de suas narrativas. Propõe reflexões sobre o uso de contenções — tratando-as como último recurso — e enfatiza comunicação emocional, envolvimento do residente e planejamento conjunto. Aponta ações para uma cultura livre de contenções e apresenta os Núcleos Alzheimer como modelo de cuidado humanizado, seguro e centrado na pessoa.
A socialidade é um direito fundamental, mas muitas vezes negado às pessoas com deficiência cognitiva. O isolamento gerado pela demência pode ser reduzido com pequenas ações: eliminar barreiras físicas, acolher a doença sem vergonha, pedir apoio e valorizar cada indivíduo. Como podemos garantir esse direito na prática? Compartilhe suas experiências e ideias para uma comunidade mais inclusiva!


