O Natal nas ILPI deve respeitar a individualidade de cada residente, valorizando memórias, desejos e tradições. Evita-se a infantilização, promovendo experiências sensoriais, momentos de gratidão, gentileza e conexão. Música, aromas, decoração e pequenos rituais tornam o dia especial. Incluem-se celebrações religiosas diversas, trocas de presentes e convivência familiar, sempre com atenção ao bem-estar e à autonomia emocional.
Você faz tudo tecnicamente correto e ainda ouvem "está desnutrido" ou "por que não anda mais?". Nutricionistas e educadores físicos de ILPI: este artigo é para vocês. Estratégias práticas de documentação, comunicação com famílias difíceis, integração profissional e proteção técnica. Porque cuidar bem também significa se proteger. Você não está sozinho.
Como dar banho a uma pessoa com demência sem transformar o cuidado em uma batalha? Entenda os desafios cognitivos e emocionais do momento do banho e aprenda estratégias práticas para reduzir o medo, a agressividade e o estresse — preservando a dignidade e a segurança da pessoa idosa e dos cuidadores. Leitura essencial para quem cuida!
Será que vacinar todo ano contra a gripe é mesmo perda de tempo? No Dia Nacional da Vacinação, 17 de outubro, a Revista Cuidar, em parceria com a SBGG, traz um artigo essencial sobre a vacinação nas ILPI. Descubra como imunizar pode salvar vidas, proteger quem cuida e quem é cuidado, e transformar o cuidado em segurança e respeito.
Como transformar o banho de quem vive com demência em um momento de cuidado e não de obrigação? É preciso mesmo insistir quando há resistência? Como respeitar a intimidade, reduzir o desconforto e ainda preservar a dignidade? Descubra como pequenos gestos e atenção às preferências podem transformar a higiene em conexão e serenidade.
A creatina é mesmo indicada para todas as pessoas idosas? Todos se beneficiam da suplementação? E aqueles sedentários ou bem nutridos, precisam? Qual o papel da alimentação? Será que exercícios resistidos são essenciais? Nos últimos dias, muitas informações circulam de forma equivocada. O Dr. Ivan Aprahamian levanta essas questões. Leia os esclarecimentos completos no artigo.
A demência apaga memórias recentes, mas não elimina afetos nem a essência da pessoa. Como acolher além da doença? Este artigo revela histórias reais e estratégias práticas para transformar esquecimento em oportunidade de vínculo, com paciência, empatia e pequenos gestos que preservam dignidade. Descubra como a memória emocional pode abrir caminhos para o cuidado verdadeiro.
Quando a pessoa idosa que convive com o Alzheimer e outras formas de demência pede comida o tempo todo, nem sempre é fome: muitas vezes é busca por segurança e afeto. Em vez de corrigir ou confrontar, acolha. Respire fundo, converse sobre o que ela gosta e valide seus sentimentos. Isso reduz a ansiedade e fortalece o vínculo de cuidado.
A nutrição em cuidados paliativos vai além do tratamento clínico: é cuidado, presença e dignidade. O papel da(o) nutricionista é respeitar escolhas, aliviar sofrimentos e oferecer acolhimento por meio da alimentação. Nesse momento delicado, cada gesto ganha profundidade, revelando que nutrir não é apenas alimentar o corpo, mas também confortar a alma na etapa final da vida.
O Projeto Nutri Repouso, da Associação Unidos do Bem, transforma Instituições de Longa Permanência para Idosos com melhorias estruturais, cardápios adaptados e capacitação de equipes. O projeto promove saúde, dignidade e nutrição personalizada, já impactando centenas de idosos em São Paulo. A meta é expandir nacionalmente e tornar-se política pública.


