Ser um profissional capaz de colocar "a pessoa no centro" é fundamental, mas nem sempre isso acontece na prática. Com o objetivo de estimular uma reflexão, o autor Luca Lodi propõe duas narrativas fictícias: na primeira, presencia-se um encontro frio entre o profissional de saúde e o cuidador familiar, onde o primeiro não considera o papel e os sentimentos da pessoa à sua frente. Na segunda, no entanto, o cuidador familiar e os sentimentos que ele carrega são os mesmos, mas a equipe consegue acolhê-los, assumindo também o peso emocional que o familiar carrega consigo.
Idosos voando, pedalando e sorrindo em desenhos de giz: o projeto “Chalk Art Primavera” transformou lares de idosos em verdadeiras telas vivas de alegria! Inspirado na Itália, o movimento floresceu no Brasil, unindo criatividade, inclusão e emoção. Participaram idosos entre 63 e 103 anos, provando que a arte e o encantamento não têm idade e que as ILPI também são espaços vibrantes de vida, cuidado e expressão.
Como transformar o banho de quem vive com demência em um momento de cuidado e não de obrigação? É preciso mesmo insistir quando há resistência? Como respeitar a intimidade, reduzir o desconforto e ainda preservar a dignidade? Descubra como pequenos gestos e atenção às preferências podem transformar a higiene em conexão e serenidade.
Debater a ILPI apenas como negócio sem analisar as informações existentes relacionadas aos residentes e compreender suas vidas é negligenciá-los. Este artigo, ancorado em evidências brasileiras, discute por que saúde e assistência precisam caminhar juntas; por que a capacitação e a transparência são imperativos éticos e técnicos; e por que a sociedade deve cobrar resultados mensuráveis das instituições de longa permanência.
Este artigo mostra como a Educação Física pode transformar o cuidado de idosos em grau III de dependência. Por meio de exercícios adaptados, música, jogos e interação com cuidadores e familiares, o movimento se torna terapêutico e humano. Mais que atividade física, é acolhimento, dignidade e esperança, revelando que qualidade de vida é sempre possível.
O trabalho em ILPI envolve altos níveis de estresse, desgaste emocional e risco de burnout. Fatores estruturais, emocionais e individuais exigem atenção. A inteligência emocional e a agilidade emocional ajudam a transformar emoções em ferramentas construtivas. Práticas de resiliência, gentileza, escuta ativa e autocompaixão reduzem a fadiga por compaixão, fortalecem equipes e melhoram o cuidado, promovendo ambientes mais humanos e sustentáveis.
A demência apaga memórias recentes, mas não elimina afetos nem a essência da pessoa. Como acolher além da doença? Este artigo revela histórias reais e estratégias práticas para transformar esquecimento em oportunidade de vínculo, com paciência, empatia e pequenos gestos que preservam dignidade. Descubra como a memória emocional pode abrir caminhos para o cuidado verdadeiro.
Quando a pessoa idosa que convive com o Alzheimer e outras formas de demência pede comida o tempo todo, nem sempre é fome: muitas vezes é busca por segurança e afeto. Em vez de corrigir ou confrontar, acolha. Respire fundo, converse sobre o que ela gosta e valide seus sentimentos. Isso reduz a ansiedade e fortalece o vínculo de cuidado.
A nutrição em cuidados paliativos vai além do tratamento clínico: é cuidado, presença e dignidade. O papel da(o) nutricionista é respeitar escolhas, aliviar sofrimentos e oferecer acolhimento por meio da alimentação. Nesse momento delicado, cada gesto ganha profundidade, revelando que nutrir não é apenas alimentar o corpo, mas também confortar a alma na etapa final da vida.
Momentos felizes deixam marcas emocionais duradouras, mesmo quando a memória falha. Com o envelhecimento da população e o crescimento das ILPI, é essencial oferecer cuidado que vá além da assistência clínica, promovendo atividades significativas, dignidade e afeto. Assim, garantimos que cada pessoa idosa viva com prazer, pertencimento e alegria em todas as fases da vida.


