As palavras que usamos diariamente nas ILPI constroem ou destroem dignidade. Termos como "institucionalizado", "hóspede" e "demente" despersonalizam, transformam pessoas em rótulos e perpetuam estigmas. A neurociência comprova: a linguagem não apenas descreve a realidade - ela a cria. Mudar nossa comunicação é o primeiro passo para revolucionar a cultura do cuidado e honrar a humanidade de cada morador.
Cuidar de pessoas idosas em ILPI é cuidar de histórias marcadas por afetos, perdas e vínculos que seguem vivos. Comunicar uma morte nesse contexto exige sensibilidade, empatia e respeito à singularidade de cada um. Este artigo, escrito pela psicóloga e tanatologista Silvana Lavechia, convida profissionais das ILPI a refletirem, com o coração atento, sobre a delicadeza do luto e a importância de acolher, escutar e preservar a dignidade até o fim.
Será que vacinar todo ano contra a gripe é mesmo perda de tempo? No Dia Nacional da Vacinação, 17 de outubro, a Revista Cuidar, em parceria com a SBGG, traz um artigo essencial sobre a vacinação nas ILPI. Descubra como imunizar pode salvar vidas, proteger quem cuida e quem é cuidado, e transformar o cuidado em segurança e respeito.
Copiar e colar o PAI pode custar vidas. Documentos genéricos falham nas emergências, expõem a ILPI juridicamente e não protegem ninguém. Um PAI construído pela equipe, com informações reais e atualizadas, transforma papel em proteção. Não é burocracia - é o mapa que salva residentes quando a tempestade chega. Seus documentos protegem vidas reais?
No Dia das Crianças, a Revista Cuidar enfatiza que pessoas idosas não são crianças e têm direito à afetividade e sexualidade. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), destaca a importância de romper tabus, inclusive dentro das ILPI, combater o idadismo e promover vínculos saudáveis que reforcem autonomia, dignidade e qualidade de vida.
Para sair da lógica da contenção, precisamos libertar nossas próprias amarras internas. “Para evitar a contenção farmacológica, devemos ‘desconter’ o nosso potencial.” A liderança tem um papel essencial: nutrir, e não adoecer, sua equipe. “Você não é um juiz, mas um treinador.” Porque “é difícil ter os residentes no coração sem ter a própria equipe no coração.” Este artigo fala da dignidade de quem cuida: de ser visto, ouvido e apoiado. “As coisas existem porque você as faz acontecer.”
Às vésperas do Dia Internacional da Pessoa Idosa, não celebramos: refletimos, com esse desabafo coletivo. A pandemia escancarou fragilidades e a solidariedade cedeu lugar à desvalorização e ao abandono. Este desabafo não nasce do pessimismo, mas da convicção de que cuidar é essencial, tem valor e exige dignidade. É um chamado urgente à ação coletiva pelo cuidado.
Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa reforça a importância do envelhecimento saudável e da longevidade no Brasil. A data foi criada para conscientizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento, destacando a importância de proteger e cuidar da população idosa, garantindo seus direitos e participação plena na sociedade. Seguindo o tema da ONU 2025: “As Pessoas Idosas Impulsionam Ações Locais e Globais: As Nossas Aspirações, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos”, especialistas da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Dr. Leonardo Oliva, Dra. Isabela Trindade, Dra. Simone Pinto e Dra. Cecília Galetti explicam os desafios e caminhos para uma longevidade ativa e plena.
A creatina é mesmo indicada para todas as pessoas idosas? Todos se beneficiam da suplementação? E aqueles sedentários ou bem nutridos, precisam? Qual o papel da alimentação? Será que exercícios resistidos são essenciais? Nos últimos dias, muitas informações circulam de forma equivocada. O Dr. Ivan Aprahamian levanta essas questões. Leia os esclarecimentos completos no artigo.
O silêncio pode matar. Entre idosos, especialmente em ILPI, a depressão muitas vezes não grita: ela se esconde em olhares vazios, recusas sutis e despedidas disfarçadas. Cada gesto pode ser um pedido de socorro. Detectar sinais precoces, garantir cuidado integral e valorizar a vida é a fronteira entre o risco invisível e a esperança.


