• Reflexão sobre o cuidado nas ILPI, afirmando que cuidar é preservar identidade, autonomia e dignidade. Questiona a naturalização da contenção física e farmacológica e seus impactos sobre idosos, famílias e profissionais. Destaca que comportamentos são formas de comunicação e que escolhas éticas, escuta sensível e pequenos gestos podem transformar instituições em espaços de vida, vínculo, respeito e humanidade cotidiana verdadeira.

  • Alimentar corretamente uma pessoa idosa é um gesto que exige atenção, delicadeza e competências práticas. Neste artigo, a doutora Angela Di Giaimo, enfermeira e formadora na área sociossanitária, nos oferece alguns conselhos práticos e sugestões relacionais para transformar o momento da refeição em uma experiência segura, digna e rica em valor afetivo.

  • Em 2025, construímos uma ponte transatlântica de cuidado e resistência. Com mais de 100 artigos, questionamos a invisibilidade das ILPI, defendemos a gentileza como tecnologia e provamos que humanização é competência. Deixamos de ser portal para nos tornarmos estado de espírito. Se 2025 foi nascer, 2026 será florescer. Se não nós, quem?

  • Este editorial afirma que a precariedade das ILPI não decorre de má gestão, mas do subfinanciamento crônico das políticas de cuidado no Brasil. Defende o reconhecimento das ILPI como equipamentos híbridos, a responsabilização do Estado e a mobilização coletiva de gestores, profissionais e sociedade civil por financiamento adequado, políticas públicas efetivas e garantia constitucional de dignidade às pessoas idosas.

  • O texto narra os dilemas enfrentados por uma gestora e a sua equipe diante da tentativa de fuga de uma residente. Entre responsabilidades legais, emocionais e éticas, destaca-se a importância da escuta ativa, da autonomia da pessoa idosa e do cuidado centrado na pessoa como caminho para promover dignidade e qualidade de vida no cotidiano institucional.