Em meio à finitude nas ILPI, o Serviço Social transforma cuidado em dignidade. Entre escuta, acolhimento e defesa da autonomia da pessoa idosa, o assistente social apoia residentes, famílias e equipes para que o fim da vida seja vivido com respeito, humanidade e presença — nunca em solidão.
São seis da manhã. Ceiça, 81 anos, pensa na mãe que partiu há quarenta anos. Em cada ILPI do Brasil, o Dia das Mães desperta memórias que doem e aquecem ao mesmo tempo. A neurociência explica. As histórias comprovam. E as cuidadoras — que chegam antes de todos — sustentam esse amor com as próprias mãos.
Neste sensível relato de Francesca Poletti, uma médica compartilha os dilemas de cuidar da própria mãe, revelando as tensões entre segurança técnica e dignidade. Através de três perspectivas — família, equipe e gestão —, o artigo reflete sobre a recusa à higiene em contextos complexos. Uma lição sobre como empatia, paciência e o olhar relacional transformam o cotidiano.
O texto de Thaís Carvalho analisa o ciclo de cobrança excessiva em ILPI, mostrando como a pressão da gestão impacta cuidadores e pessoas idosas. Ambientes sobrecarregados comprometem o cuidado, geram desgaste emocional e dificultam vínculos. O artigo propõe refletir sobre o papel da gestão na construção de uma cultura mais empática, respeitosa e alinhada à qualidade no atendimento.
Em ILPI, comportamentos desafiadores não são “problemas”, mas pedidos de socorro. Este artigo propõe uma virada essencial: enxergar gritos, agressividade e agitação como linguagem. Ao investigar ambiente, dor e autonomia, equipes reduzem conflitos e humanizam o cuidado. Menos contenção, mais compreensão — um caminho prático para transformar rotinas, preservar dignidade e aliviar o desgaste dos profissionais.
A Revista Cuidar nasce de uma travessia entre a Itália e o Brasil, unindo tradição europeia e identidade brasileira no cuidado ao envelhecimento. Com foco nos profissionais, residentes e familiares das ILPI, tornou-se em um ano um espaço de profundidade técnica e acolhimento emocional. Sustentada por uma sólida rede institucional, fortalece profissionais e impulsiona a transformação do setor.
A Fonoaudiologia nas ILPI é essencial para promover comunicação, segurança alimentar e qualidade de vida da pessoa idosa. Com atuação integrada à equipe multiprofissional, contribui na prevenção e manejo de dificuldades como disfagia e declínio funcional. O cuidado fonoaudiológico fortalece autonomia, vínculos e bem-estar, garantindo uma abordagem mais segura, humanizada e centrada nas necessidades individuais.
Neste artigo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes nos convida a olhar além dos protocolos para enxergar a pessoa. A Lei nº 15.378/2026 é o ponto de partida para um cuidado que abraça a autonomia e a história de cada pessoa idosa, inclusive nas ILPI. Um texto sensível que apoia gestores e equipes na missão de transformar rotinas em encontros de profunda dignidade.
Por que fazer formação depois do turno? Este artigo convida profissionais de ILPI a refletirem sobre o verdadeiro sentido da formação: não como obrigação ou acúmulo de conteúdo, mas como espaço de pausa, compreensão e fortalecimento do cuidado. Em um cotidiano exigente, formar-se é também uma forma de preservar o sentido do trabalho e a própria saúde emocional.
Na Casa de Amparo Santo Antônio, no RJ, a estimulação cognitiva é parte essencial do cuidado em ILPI, promovendo memória, atenção e bem-estar emocional. Com atividades adaptadas e respeitando a individualidade, residentes ganham autonomia, confiança e pertencimento. A prática mostra que manter a mente ativa fortalece vínculos, reduz o isolamento e torna a rotina mais significativa e acolhedora institucional diária.
Eventos e Cultura

Encontro Nacional dos Profissionais de Cuidar
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MPC – Encontro Inovativo entre Profissionais de ILPI
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A vida de cada pessoa idosa e de cada pessoa que cuida nas ILPI – importa.












